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Domingo, Julho 25, 2021

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Tomar | Aboboreiras com dois fins-de-semana de Ciclo Cultural

A oitava edição do Ciclo Cultural de Aboboreiras tem início este sábado, dia 22, e o programa promete momentos de literatura, artesanato, pintura, dança, imobilismo e música, entre outros. O evento decorre na Associação Recreativa de Aboboreiras que recebe na primeira noite o VI Ar de Rock Music Fest com Hands of Guilt, Kálices, Com 44 e DJ Voxel.

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A Feira do Livro dura os dois fins-de-semana em que os visitantes podem usufruir de cultura, assim como a exposição de artesanato e a mostra de pintura de Sílvia Semedo. No primeiro dia realiza-se um Sarau Literário com o autor Nuno Lopes e é apresentado o livro “Sonhos e Pesadelos”, de Sofia Paiva.

O domingo é dia de almoço cultural (chanfana), que exige inscrição prévia, e da abertura da quermesse. O Palhaço Esparguete (Manuel António) anima a hora da digestão até à apresentação da obra literária “Nas Asas de uma Borboleta”, com sessão de autógrafos com o autor Virgílio Saraiva incluída.

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A dança toma conta da sede da associação a meio da tarde com a atividade interativa “Dança connosco” e a atuação da Academia de Dança Moderna do Clube de Instrução e Recreio (Ex-Tuna), de Moita do Norte (Vila Nova da Barquinha). A música ganha destaque na noite do segundo sábado, dia 29, com o Ensemble de Metais da Associação Canto Firme de Tomar e os sons acústicos de Toby e Amigos.

O último dia do VIII Ciclo Cultural de Aboboreiras começa com a Caminhada da Liberdade, seguida pelo almoço do Ciclo, que exige inscrição prévia. A tarde traz “Conversas com Sentido” sobre ambiente e sustentabilidade, uma demonstração de imobilismo/estátuas vivas, a música dos Kabra n’Adega e o “Hino da Alegria” pela flauta transversal de Maria João Oliveira. O programa fecha com um buffet convívio.

Conheça o cartaz ao pormenor.

Cartaz

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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