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Tomar | 11º Tomarimbando já anda pela cidade e fica até domingo

A 11ª edição do Tomarimbando -Festival Internacional de Percussão de Tomar arrancou esta segunda-feira, dia 17, com concertos profissionais e de escolas, workshops e concursos. A iniciativa organizada pela Sociedade Filarmónica Gualdim Pais fica pela cidade até domingo e passa pela sede desta associação, o Cine-Teatro Paraíso e a Biblioteca Municipal Dr. António Cartaxo da Fonseca.

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Os concertos profissionais realizam-se todos os dias no cineteatro, às 21h30. Depois de Miguel Cruz é a vez de Niek Kleinkan, André Dias, Nancy Zeltsman, Manuel Campos e Fernando Chaib entre os dias 18 e 22, pela ordem apresentada. O espetáculo de domingo junta os laureados em palco e, à semelhança do anteriores, tem um custo de €5,00.

A Sociedade Filarmónica Gualdim Pais recebe os concertos de escolas entre 19 e 23, sempre às 17h00, com bilhetes de €1,00. Na primeira quarta-feira atuam os Conservatórios de Música de Jobra e do Dão, na quinta-feira os Conservatórios de Música do Porto e de Coimbra, na sexta-feira a Academia Vilar De Paraíso e o Conservatório Música Aveiro, no sábado a Escola Música Conservatório Nacional e o Conservatório Música Vila Real e na última data a Ourearte e a Sociedade Filarmónica Gualdim Pais.

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Os concursos de vibrafone, caixa e marimba, cada com duração de três dias, têm lugar no mesmo espaço com um custo de €60,00. Os participantes no primeiro colocam a técnica à prova entre 17 e 19, os do segundo entre 18 e 20 e os do terceiro entre 21 e 23.

A sede da associação junta-se à biblioteca municipal com a realização dos workshops, marcados para as 14h00, cuja participação implica o pagamento de €20,00. Niek Kleinjan orienta o momento formativo de dia 19, Manuel Campos o de dia 20, André Dias o de dia 21 e Miguel Cruz o de dia 22. O número de workshops duplica, sendo o primeiro assegurado por Fernando Chaib, às 9h30, e o segundo por Nancy Zeltsman, às 14h00.

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Sónia Leitão
Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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