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Quarta-feira, Dezembro 8, 2021
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Tejo | JS de Santarém, Portalegre e Castelo Branco exige “ponto final na poluição” do rio

As federações de Santarém, Castelo Branco e Portalegre da Juventude Socialista (JS) divulgaram esta segunda-feira um comunicado conjunto para exigir ao Governo “um ponto final na poluição do Tejo”, cujo curso atravessa aqueles territórios.

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“Os diagnósticos e coimas arrastam-se, sem que a delapidação do Tejo e do efeito dominó que tem para as populações circundantes tenha fim à vista”, afirmam as três federações da JS, referindo que “o desenvolvimento só faz sentido se for integrado, de mãos dadas com a observância da preservação do meio ambiente” e que “o Tejo não pode ser a lavandaria da atividade económica”.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Federação Distrital de Santarém, Tiago Preguiça, disse que “o Tejo é o principal recurso natural que atravessa os três distritos”, com problemas comuns que “motivam a concertação de vontades entre as lideranças das estruturas federativas” para reforçar o alerta.

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Segundo o dirigente, o rio Tejo representa um conjunto de “oportunidades lúdicas, turísticas e económicas que têm de ser tuteladas”, de que é exemplo “a rede de praias fluviais, eminentemente sob dependência da qualidade da água, passando pela atividade piscatória e agrícola, ou até à restauração”.

O Tejo “funciona como dínamo da economia daqueles que atravessa, sendo a sua contaminação um constrangimento suplementar em territórios já de si sufocados pelas assimetrias territoriais”, considerou.

Questionado sobre a participação das federações da JS na manifestação contra a poluição do rio Tejo agendada para sábado em Vila Velha de Ródão (distrito de Castelo Branco), organizada pelo Movimento pelo Tejo – Protejo, Tiago Preguiça disse que a iniciativa “é de todo o interesse”, mas que a estrutura partidária “não participa institucionalmente”.

“Apoiamos e vamos estar presentes, certamente, mas apenas a título individual, até porque muitos militantes e presidentes de federações da JS vão estar lá, sem querer fazer aproveitamentos políticos de uma iniciativa que emana da sociedade civil, no caso, de uma associação ambientalista”, afirmou.

As federações querem reunir-se com a Protejo, a sociedade civil, o Governo e os municípios para debater a situação, que tem envolvido várias denúncias de descargas poluentes de fábricas nos últimos meses.

Agência de Notícias de Portugal

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