TEJO: CIMT obtém “compromisso de trabalho conjunto” para resolver problemas do rio

Teve lugar na manhã de hoje, dia 19 de janeiro, uma reunião com o Ministro do Ambiente, João Pedro Fernandes, onde estiveram presentes os autarcas de Abrantes, Constância, Mação, Vila Nova da Barquinha e o secretário executivo da CIM do Médio Tejo.

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Foram abordadas as questões da regeneração urbana no âmbito do Portugal 2020, tendo em conta a necessidade de colocar este instrumento financeiro ao serviço dos municípios, bem como as constantes preocupações sobre as quais, há mais de um ano, a CIM do Médio Tejo tem vindo a tomar posição, e que dizem respeito ao baixo caudal do rio Tejo, a poluição e a qualidade de água deste rio que chega a este território, e que a CIMT entende “comprometer o ecossistema e a sustentabilidade dos investimentos que foram feitos ao serviço do desenvolvimento económico” da região.

Em declarações ao mediotejo.net, a presidente da CIMT, Maria do Céu Albuquerque, que é também presidente da Câmara de Abrantes, disse que a reunião “foi produtiva”, tendo afirmado que os responsáveis do Ministério “mostraram-se disponíveis para aprofundar as questões apresentadas”, nomeadamente em relação à regeneração urbana onde o Governo “afirmou a sua intenção de que rápidamente os projetos de regeneração urbana possam avançar nos meios urbanos”.

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Relativamente ao rio Tejo e às “preocupações sobre a quantidade e qualidade” das suas águas, a autarca disse que o Governo “manifestou o seu empenho em continuar a trabalhar para encontrar soluções para o mesmo”.

“Estamos conscientes que a maior parte dos problemas são criados a montante do território do Médio Tejo, mas afetam-no de forma decisiva seja pela quantidade e qualidade das suas águas”, disse a autarca, tendo destacado as “consequências no ecossistema do rio Tejo, e o impacto negativo na promoção turística e na sustentabilidade dos investimentos que foram feitos ao serviço do desenvolvimento económico” da região.

“Temos o compromisso de trabalharmos juntos para encontrar soluções que minimizem os problemas e o impacto que esses problemas têm no rio Tejo”, destacou a autarca.

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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