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Domingo, Julho 25, 2021

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Técnicos de segurança consideram insuficiente pedido de informação sobre Almaraz

A associação que representa os técnicos de segurança e proteção civil considerou hoje insuficiente o pedido, de Portugal a Espanha, do máximo de informação possível sobre o funcionamento da central nuclear espanhola de Almaraz.

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“(…) sendo importante [o pedido], é ainda insuficiente, pois a realidade do risco tem crescido nos últimos anos, e deveria ser objeto de protesto junto do Governo espanhol e das instâncias comunitárias”, sustenta, em comunicado, a Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Proteção Civil (ASPROCIVIL).

A nota lembra, citando a imprensa espanhola, as “falhas sistemáticas” de segurança e a falta de informação apontadas, por inspetores do Conselho de Segurança Nuclear de Espanha.

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Na terça-feira, o ministro português do Ambiente, João Matos Fernandes, anunciou, no parlamento, que Portugal solicitou a Espanha, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros, para ter “o máximo de informação possível” sobre o funcionamento da central nuclear, localizada na província de Cáceres, a cem quilómetros da fronteira portuguesa.

Para João Matos Fernandes, os incidentes que ultimamente têm sido descritos, como falhas no sistema de arrefecimento, “não têm qualquer tipo de gravidade”, contudo, não deixam de gerar preocupação.

De acordo com a ASPROCIVIL, a central “já há muito passou o tempo de vida útil e segura”, e deveria ter sido fechada em 2010, mas “o governo espanhol decidiu prorrogar o funcionamento até 2020”.

Para a associação, “se algo correr mal, será o território português e a sua população a sofrer o maior, e quase exclusivo, impacto de qualquer acidente, nesta central nuclear”.

Agência de Notícias de Portugal

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