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Sábado, Maio 8, 2021

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Sertã | Vereador do PS defende criação de centro de apoio às empresas

Na reunião da Câmara Municipal da Sertã realizada por videoconferência no dia 11, o vereador Carlos Miranda (PS) propôs a criação de um Centro de Apoio às micro, pequenas e médias empresas, serviços que podia ser alargado a trabalhadores independentes com pequenos negócios, “tendo em vista assegurar a informação sobre todos os apoios existentes, facilitar as candidaturas a esses apoios e monitorizar o impacto da covid-19 na atividade das empresas”.

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O autarca explicou que o objetivo seria “essencialmente assegurar a informação sobre os apoios existentes e monitorizar o impacto da covid-19 na atividade das empresas”. Ou seja, que procedesse à “sistematização de toda a informação para os Empresários” e funcionasse como “centro facilitador dessas candidaturas”.

Carlos Miranda lembrou que “há neste momento muitos apoios disponíveis para os pequenos empresários, mas muitas vezes, por falta de recursos humanos, não têm possibilidades de se candidatarem a essas medidas, por vezes nem sequer conhecem essas medidas”. Deu como exemplos do programa de incentivos à adaptação das microempresas (até 10 trabalhadores) ao contexto covid-19 e o programa de valorização do interior.

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Ainda a propósito do contexto negativo que as empresas estão a viver devido à pandemia, o eleito socialista propôs “que as empresas com sede social no concelho fiquem isentas de derrama pelo menos este ano e no próximo”.

Preconizou a abolição das taxas e licenças para a atividade empresarial, exemplificando com a criação de esplanadas em cafés e restaurantes.

Por fim, defendeu a reabertura dos mercados como “medida importante de apoio aos produtores locais”.

Em relação à proposta à criação de centro de apoio às empresas, o Presidente da Câmara reconheceu que se justifica criar o gabinete do empresário, estrutura que já se tentou implementar, mas que foi adiada. Nesta fase “é preciso serviço público”, defendeu José Farinha Nunes.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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