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Sertã | Vereador da oposição recomenda “bazuca” de 1 milhão de euros para o concelho

O vereador Carlos Miranda (PS) apresentou na reunião da Câmara da Sertã uma recomendação para implementação do programa “Vencer a Covid, Preparar o Futuro”. Trata-se, conforme explicou, de um programa de “apoio de emergência à recuperação da atividade económica e à manutenção do emprego no concelho da Sertã” ao qual seria alocada como dotação máxima a verba de 1 milhão de euros.

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“O que se pretende com esta recomendação é propor medidas destinadas principalmente às empresas ou empreendedores mais pequenos, em áreas de negócio muito afetadas pela pandemia, partindo do princípio realista de que, infelizmente, está para além das possibilidades da Câmara apoiar diretamente, de forma significativa, as empresas de maior dimensão”, lê-se no texto da recomendação, apresentada em reunião de executivo no dia 1 de março.

O autarca considera ser também necessário apoiar as IPSS´s e todas as instituições da economia social (Lares e Centros de Dia, Bombeiros, etc) que, “não sendo empresas típicas, são responsáveis por grande parte do emprego existente no concelho”.

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Ao longo de sete páginas, Carlos Miranda apresenta uma série de propostas para “aquecer a economia” que passam, por exemplo, pela criação de uma agência para o investimento e para o desenvolvimento económico do concelho da Sertã, o lançamento de um concurso de ideias e projetos empresariais inovadores que contribuam para estimular o empreendedorismo, a inovação e a criação de emprego.

Para apoio aos produtores do concelho, propõe ainda a criação de um marketplace, online e físico, para venda de produtos da Sertã, bem como a organização de uma campanha promocional dos produtos locais.

Para o Presidente da Câmara, “há aqui muita demagogia no meio”. José Farinha Nunes (PSD) insinuou que o vereador da oposição estava a anunciar a sua candidatura à Câmara e lembrou os 8 milhões pagos às empresas fornecedoras quando iniciou a sua presidência.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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