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Sexta-feira, Julho 30, 2021

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Sertã: Um festival com sabor a pop e r&b de Anselmo Ralph, rock, jazz e música popular

O Festival de Gastronomia do Maranho arranca esta quinta-feira, dia 14, e promete rechear a Alameda da Carvalha e o campo de jogos Dr. Marques dos Santos com muita animação. Anselmo Ralph é o cabeça-de-cartaz e atua este sábado no segundo local, mas o sabor do festival inclui outras “iguarias musicais”, como o rock, o jazz e sons populares.

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Quem aprecia o maranho tradicional da Sertã, eleitos por muitos como o melhor do país, não pode faltar ao festival de gastronomia que o promove pelo sexto ano consecutivo. No entanto, os ingredientes para o sucesso do Festival de Gastronomia do Maranho vão muito além da carne de cabra ou borrego, do presunto de porco, do chouriço, do toucinho, da hortelã, do azeite, do arroz e do vinho branco.

A edição deste ano conta com dois restaurantes, oito tasquinhas e cerca de uma centena de expositores que vão dar vida à Alameda da Carvalha entre os dias 14 e 17 de julho ao som de artistas locais, regionais e nacionais. Os apreciadores de música têm ainda a oportunidade de assistir no sábado ao espetáculo de Anselmo Ralph no campo de jogos Dr. Marques dos Santos, antecedido pelo dos PopXula.

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Os bombos de Casal de Madalena começam a rufar a partir das 18h00 do dia 14 para anunciar a cerimónia de abertura do festival, que se realiza meia-hora depois. Uma vez terminado o momento oficial, a música regressa com a Filarmónica Aurora Pedroguense (19h30), as concertinas da Sertã (21h00) e de Cernache do Bonjardim (21h30) e os Seca Adegas (22h00).

A noite termina com os temas tradicionais e populares e as cantigas ao desafio e desgarradas que os oito elementos do grupo Sons do Minho fazem chegar de Viana do Castelo, a partir das 23h00.

A música continua a dar sabor ao festival no dia seguinte e o maranho é acompanhado pelo som da Big Band Filarmónica União Sertangiense (21h00) e pelos Nightmare & The Wolfmen, o trio composto por Pesa (voz e guitarra), PP (guitarra) e Bandeiras (bateria) que garante uma noite plena para os amantes dos blues, rock and roll e rockabilly pelas 22h30.

Mais tarde, às 23h30, chegam os Soul Brothers Empire, que trazem o rock, o reggae e o jazz fusion de Proença-a-Nova através da guitarra e voz de Gil Henriques, a bateria de Cláudio Mendes, a guitarra de Joca e o baixo de Pedro Martins. A entrada no fim-de-semana é celebrada com o Dj Hugo Rafael a partir da uma da manhã.

No sábado, dia 16, a música popular anima a Alameda da Carvalha no concerto de José Cláudio & Catarina Brilha e os seus alunos durante a tarde (16h00). Pelas 21h00 sobem ao palco os sertaginenses Still, seguidos pela banda coimbrã Os Red de Pedro Paz (guitarra e voz), João Vinagre (baixo e voz) e Leonel Simões (bateria), que alia a animação à interpretação (às 23h00 e 1h00).

As atenções dos fãs de Anselmo Ralph, músico português cujos temas pop e r&b dispensam apresentações, voltam-se para o campo de jogos Dr. Marques dos Santos a partir das 23h30, mas muitos chegarão uma hora mais cedo para ouvir o rock de uma banda com raízes no concelho, os PopXula, com Fernando Fachada, Marco Figueiredo, Miguel Calhaz, Pedro Bargão e Rui Martins.

A animação do último dia do festival começa depois de uma nova oportunidade para saborear o maranho ao almoço com o Rancho Folclórico e Etnográfico de Cernache do Bonjardim (14h00). A música popular marca presença tarde dentro e reforça-se de hora a hora com as atuações do grupo Seca Adegas, do Rancho Folclórico de Pedrógão Pequeno, do Grupo de Concertinas da Sertã, do Grupo Folclórico do Clube Bonjardim e do Grupo de Música Popular de Cernache do Bonjardim.

A despedida do Festival de Gastronomia do Maranho deste ano é feita ao som dos Dante, banda formada por Paloma Del Pillar, Bruno Simões e Gonçalo Marecos que junta em palco sonoridades do jazz ao rock (21h00) e da Orquestra de Sopros da Filarmónica União Sertangiense (22h00).

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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