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Segunda-feira, Outubro 25, 2021

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Sertã | Surto de covid-19 não dá tréguas em lar de Cernache do Bonjardim (c/áudio)

Dez dias depois do último balanço em relação ao surto de Covid-19 no Lar Casa da Poesia em Cernache do Bonjardim (Sertã), a situação não regista melhorias, mantendo-se os 35 infetados entre os 40 utentes e a grave falta de recursos humanos.

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Do surto detetado na penúltima semana de janeiro, registou-se o óbito de uma idosa de 98 anos que apresentava outras comorbidades. Houve mais dois óbitos mas entre o grupo de poucos utentes que não estavam infetados.

O próprio presidente do Centro Social S. Nuno de Santa Maria, entidade que tutela o lar, Joaquim Filipe Patrício, continua confinado em sua casa por ter testado positivo. Numa entrevista que concedeu ao mediotejo.net é notório o desalento perante a situação que persiste na Casa da Poesia.

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O responsável revelou que duas colaboradoras foram internadas por dificuldades respiratórias, mas já regressaram e estão a recuperar em casa.

Som: Presidente do Centro Social S. Nuno de Santa Maria, Joaquim Filipe Patrício

Os recursos humanos no lar estão reduzidos a metade da parte da manhã (eram seis funcionárias, estão três ao serviço), três quartos da parte da tarde (eram quatro e estão três a trabalhar) e à noite mantêm-se as duas colaboradoras.

Em resposta aos pedidos de apoio em termos de pessoal, a instituição contou com uma colaboradora da Cruz Vermelha durante seis dias e, da parte da autarquia, há duas assistentes operacionais a dar apoio a nível da limpeza, números que não são suficientes para as necessidades. “Vamos trabalhando conforme podemos”, diz Joaquim Patrício.

Quanto a vacinação, só foram vacinados os utentes da Unidade Cuidados Continuados dado que os utentes do lar não podem tomar a vacina enquanto estiverem infetados.

Sobre a sua situação clínica pessoal, o dirigente revela que esteve 11 dias sem baixar a febre e nesta altura está a recuperar gradualmente, contando ter alta no dia 5 de fevereiro.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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