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Segunda-feira, Maio 10, 2021

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Sertã | SerQ recebeu sessão “As plantas na obra poética de Camões”

“As Plantas na obra poética de Camões” foram o tema da sessão de “Cafés com Ciência-Sertã” desta terça-feira, dia 29, no SerQ – Centro de Inovação e Competências da Sertã. A iniciativa foi dinamizada por Jorge Paiva, reconhecido biólogo e especialista em Botânica e investigador do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra.

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Nesta sessão serão abordadas espécies asiáticas e aromáticas e plantas europeias e campestres ornamentais, avança a autarquia em nota de imprensa, notando que, na totalidade, as obras têm referência a cerca de oito dezenas e meia de plantas.

Em termos temporais, centrar-se-á na época camoniana, cujas plantas mais conhecidas e citadas na literatura seriam maioritariamente plantas medicinais.

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Ainda assim, tendo “Os Lusíadas” sido escritos quase na totalidade no Oriente e centrados na época dos Descobrimentos, existe um grande foco nas plantas asiáticas, particularmente utilizadas enquanto fabrico de especiarias e os usos medicinais.

Quanto à Lírica camoniana, maioritariamente escrita em Portugal e cujos temas centrais são o amor e paixão, as plantas referidas são de origem europeia, com especial destaque para as suas flores.

Recorde que os “Cafés com Ciência” são conversas informais sobre ciência, abertas a todas as idades, promovidas pelo SerQ em parceria com Município da Sertã e o Exploratório – Centro de Ciência Viva de Coimbra.

Com participação gratuita, os “Cafés com Ciência” decorrem na última terça-feira de cada mês, das 18 às 19 horas, nas instalações do SerQ, na Zona Industrial da Sertã.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres: o conhecimento e o saber, a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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