- Publicidade -

Terça-feira, Janeiro 18, 2022
- Publicidade -

Sertã | PSD em pré-campanha “toma o pulso” à educação e economia no concelho

Os candidatos do PSD pelo distrito de Castelo Branco, lista liderada pela atual deputada e recandidata ao lugar, Cláudia André, prosseguem as suas ações de pré-campanha, para as eleições legislativas de 30 de janeiro. No dia 10 de janeiro, a comitiva visitou território sertaginense, começando no Agrupamento de Escolas da Sertã onde reuniu com o seu Diretor, José Carlos Fernandes.

- Publicidade -

Das várias questões abordadas ficou o registo de que o agrupamento possuía 1.946 alunos em 2009, tendo hoje apenas 1.320 (menos 626), números que, para o PSD, evidenciam bem a acentuada redução demográfica que, entretanto, se verificou em toda a região.

Outra das preocupações sentidas foi também as obras do edifício principal da Escola Secundária que aguarda a adjudicação de uma empreitada de reforço estrutural.

- Publicidade -

Da parte da tarde os candidatos visitaram duas empresas sediadas na União de Freguesias de Cernache do Bonjardim, Nesperal e Palhais. As empresas Viviana e Solfaestofo são responsáveis por 102 postos de trabalho no total.

No final das visitas os candidatos do PSD constataram que “entre os principais problemas encontrados destacam-se o aumento dos custos fixos e a falta de trabalhadores com formação adequada às suas necessidades”.

- Publicidade -

Outro dos aspetos é “a demora do reembolso por parte do governo, existindo empresas com projetos aprovados pelo programa Portugal 2020 que desde 2017 submeteram o pedido e ainda não receberam o apoio devido”.

“Continuamos a encontrar provas no terreno que os anúncios do governo não chegam à prática”, afirma Cláudia André, cabeça de lista.

Na sua opinião, “as empresas sentem mais dificuldades pelos custos de contexto, dada a sua localização geográfica, e pelo custo do trabalho dada a sua elevada carga fiscal, não se vislumbrando incentivos compensadores para as empresas do interior.”

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome