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Domingo, Julho 25, 2021

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Trincanela

Sertã | “Os grãos de pólen: impressões digitais das plantas” hoje no SerQ

Esta terça-feira, dia 27 de junho, às 18 horas, o SerQ – Centro de Inovação e Competências da Floresta, na Sertã, acolhe mais uma sessão de “Cafés de Ciência”, desta feita alusiva ao tema “Os grãos de pólen: impressões digitais das plantas”, dinamizada por António Xavier Pereira Coutinho, do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra.

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Embora sejam muito pequenos (em média caberiam 30-40, lado a lado, na cabeça de um alfinete), os grãos de pólen são muito resistentes e enormemente variáveis na forma, dimensões, simetria e ornamentação, o que os torna únicos no Reino Vegetal e possibilita, mesmo após milhares (ou milhões) de anos, o reconhecimento da espécie ou género de planta que os produziu.

António Xavier Pereira Coutinho licenciou-se (1986) e doutorou-se (2002) em Biologia (especialidade de Sistemática e Morfologia Vegetal) pela Universidade de Coimbra. É presidente da Sociedade Broteriana (a mais antiga sociedade portuguesa de Botânica) e professor auxiliar do Departamento de Ciências da Vida da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. As suas principais áreas de investigação são a Taxonomia, a Micromorfologia, com destaque para a Palinologia, e a Toxicologia Vegetais, colaborando também em História da Arte.

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Os “Cafés de Ciência” são conversas informais sobre ciência, abertas a todas as idades, integradas no ciclo de conversas promovido pelo SerQ em parceria com Município da Sertã e o Exploratório – Centro de Ciência Viva de Coimbra. Com participação gratuita, os “Cafés de Ciência” decorrem na última terça-feira de cada mês, até ao final do ano, das 18 às 19 horas, nas instalações do SerQ, na Zona Industrial da Sertã.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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