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Terça-feira, Julho 27, 2021

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Sertã: O Café com Ciência e a importância das leguminosas

“Favas Contadas…Vamos falar de Leguminosas!” é a temática de mais um “Café de Ciência” que se realiza esta terça-feira, dia 30 de agosto, no SerQ – Centro de Inovação e Competências da Floresta, na Sertã, entre as 18:00 e as 19:00.

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Trata-se de uma iniciativa integrada no ciclo de conversas sobre temáticas relacionadas com a Biodiversidade, Abelhas, Mel, Pólen, Árvores monumentais e idade das Árvores, promovido pelo SerQ em parceria com o município da Sertã e o Exploratório – Centro de Ciência Viva de Coimbra.

O “Café de Ciência” de agosto contará com a moderação de Natacha Perpétuo e Sara Gaspar do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra e do Exploratório Ciência Viva de Coimbra, respetivamente. Aquelas especialistas irão falar sobre a fava, o tremoço, o chícharo e os feijões e o que estas leguminosas têm em comum, assim como a sua importância na saúde e nutrição e também na sustentabilidade ambiental e económica.

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A participação é gratuita. Os “Cafés de Ciência” decorrem sempre na última terça-feira de cada mês (até ao final do ano), das 18:00 às 19:00, nas instalações do SerQ, na Zona Industrial da Sertã, acompanhados de degustação da cerveja artesanal Celinda, produzida no concelho da Sertã.

Natacha Catarina Perpétuo é doutoranda em História e Ciências e Educação Científica, mestre em biodiversidade e Biotecnologia Vegetal e licenciada em Biologia pela Universidade de Coimbra, possui uma pós-graduação em medicamentos e produtos de saúde à base de Plantas. Sara Gaspar é licenciada em Engenharia Agropecuária pela Escola Superior Agrária de Coimbra.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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