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Domingo, Agosto 1, 2021

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Sertã | Nuno Álvares Pereira é tema de exposição a visitar até 29 de junho

“Nuno Álvares Pereira: evidências e legado no concelho da Sertã” é o título de uma exposição que está patente na Casa da Cultura da Sertã até 29 de junho.

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Composta por diversos painéis informativos, esta exposição reúne algumas das evidências que comprovam a influência de Nuno Álvares Pereira nas gentes e cultos da Idade Média, que perduram até aos dias de hoje no concelho da Sertã, com especial incidência na vila de Cernache do Bonjardim, sua terra natal, explica a autarquia em nota de imprensa.

Ao longo dos anos, o feriado municipal do Concelho da Sertã, 24 de junho, é pautado pela homenagem a este filho da terra e herói nacional.

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Nuno Álvares Pereira nasceu a 24 de junho de 1360 em Cernache do Bonjardim. Segundo os historiadores, foi um intrépido cavaleiro, autor de várias façanhas militares, tendo uma ação decisiva na marcante Batalha de Aljubarrota, onde se jogava a independência de Portugal. Figura central no reino, foi Condestável e um dos homens mais poderosos do país. Abdicou de todos os títulos e das vastas propriedades que detinha e entrou para o Convento do Carmo, em Lisboa, onde iniciou uma vida dedicada à caridade.

Morreu no dia de todos os santos de 1431 e quase cinco séculos depois, mais precisamente em 1918, foi beatificado pelo papa Bento XV. Em 2009, o papa Bento XVI canonizou-o como São Nuno de Santa Maria, lembrando uma “figura exemplar nomeadamente pela presença duma vida de fé e oração em contextos aparentemente pouco favoráveis à mesma, sendo a prova de que em qualquer situação, mesmo de carácter militar e bélico, é possível actuar e realizar os valores e princípios da vida cristã”.

A exposição na Casa da Cultura da Sertã pode ser visitada até 29 de junho, de segunda a sexta feira, das 9h às 17h, e aos fins de semana sempre que decorram eventos naquele espaço.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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