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Sábado, Maio 8, 2021

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Sertã | Moradores protestam e presidente garante água em quatro aldeias (c/áudio)

Algumas habitações dos lugares de Casal da Serra, Feiteiras, Vale Peso e Boiçô, na freguesia de Várzea dos Cavaleiros, Sertã, ainda não dispõem de um serviço básico que é o abastecimento de água. Para dar voz a esses moradores, a presidente da junta de freguesia, Maria Gracinda Marçal (PS), interveio na reunião da Câmara Municipal da Sertã realizada no dia 12 de abril, por videoconferência, no período reservado ao público, através de um depoimento em vídeo previamente gravado.

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Segundo a autarca, estão a decorrer as obras de abastecimento de água ao domicílio na freguesia, mas nem todos as habitações são contempladas com este serviço.

Maria Gracinda Marçal argumenta que “há pessoas que ficam sem água e têm que a acarretar das fontes, aos cântaros, como se fazia antigamente”. “Já não estamos nesse tempo nem há necessidade destas coisas, a água é um direito das pessoas”, acrescenta.

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Nas imagens do vídeo, a autarca fazia-se acompanhar por seis cidadãos, “pessoas que vivem isoladas, que não têm muitos apoios e precisam de ser ajudadas porque não têm meios financeiros próprios para o efeito”.

A intervenção surge na sequência da informação que chegou à freguesia através do vereador Rogério Fernandes (PSD), o qual terá dito à autarca que os ramais só chegariam às últimas casas de Feiteiras, deixando de fora aquelas localidades.

“Os autarcas estão nas autarquias para resolverem os problemas das pessoas”, defende a presidente da Junta, posição com a qual o presidente da Câmara concordou.

José Farinha Nunes (PSD), que tinha já reunido anteriormente com Maria Gracinda Marçal, falou na mais recente proposta para se resolver o problema do abastecimento de água, que implica menos custos.

O autarca manifestou a intenção da Câmara executar a obra garantindo a água ao domicílio, acrescentando que “em condições normais, o trabalho será feito até final de junho”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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