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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Sertã | Instalação do Comando Sub-Regional de Proteção Civil não está garantido

A questão foi suscitada pelo deputado municipal João Carlos Almeida (PSD) na sessão da Assembleia Municipal da Sertã, realizada no dia 30. O eleito perguntou porque não estava prevista no Orçamento para 2022 qualquer verba para a instalação na Sertã do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, anunciada pelo anterior presidente da Câmara.

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O deputado municipal Vitor Cavalheiro (PS) lembrou que não há qualquer compromisso por parte do Governo para que o Comando seja instalado na Sertã, situação confirmada na sessão da Assembleia Intermunicipal da CIMT realizada dias antes. O eleito do PS lembrou uma anterior deliberação unânime da CIMT para que o Comando fosse instalado em Praia do Ribatejo, concelho de Vila Nova da Barquinha.

“Nunca ouvi nem li nada por parte de qualquer Ministro de que o Comando vinha para a Sertã“, corroborou o presidente da Câmara, Carlos Miranda.

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Carlos Miranda (PS) considerou “um exagero” dizer-se que o anterior executivo tenha conseguido trazer para a Sertã o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil. “Ele só é conseguido quando é formalizado. Não é o presidente da Câmara que decide a localização, quem decide é o Ministro da Administração Interna”, ressalva, repetindo: “as coisas só são concretizadas, quando são formalizadas, porque quem tem poder, neste caso, é a Ministra e a CIMT”.

O autarca revelou que foi confrontado com este processo no dia a seguir às eleições autárquicas. A Secretária de Estado telefonou-lhe e perguntou se o Município estaria na disposição de avançar com o que o anterior executivo tinha assumido: a compra do edifício e realização de obras. “Eu entendi que sim, comprometi-me 100 por cento com o projeto”, garantiu.

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Não havendo ainda uma decisão final quanto à localização do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo, o presidente Carlos Miranda assegura que, “se vier para a Sertã teremos de colocar no orçamento e avançar com as obras, sendo que nos interessa sempre a compra do edifício do antigo quartel dos bombeiros”.

“Se vier, tudo bem, se não vier nós temos outros projetos para aquele edifício”, concluiu.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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