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Quarta-feira, Setembro 22, 2021

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Sertã | Festival de cinema Doclisboa vai ter extensão na vila

O Cine-Teatro Tasso, na Sertã, vai receber nos meses de setembro e outubro quatro sessões com filmes documentais estreados na edição de 2018 do Festival de cinema Doclisboa, extensão que resulta de uma parceria estabelecida entre o Município da Sertã e a AporDoc – Associação pelo Documentário, entidade responsável pela organização do Doclisboa.

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O primeiro filme deste ciclo na Sertã será exibido no dia 27 de setembro. “Alma Clandestina”, do realizador português José Barahona, conta a história de Maria Auxiliadora Lara Barcelos, uma ativista política que lutou contra a ditadura brasileira nos anos de 1960.

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A sessão do dia 4 de outubro consiste na exibição de três curtas-metragens: “Pele de Luz”, de André Guiomar (ambientado em Maputo e que conta a história de duas mulheres moçambicanas); “The Guest”, do realizador suíço Sebastian Weber, (segue a vida de um agricultor polaco); “Vacas e Rainhas”, de Laura Marques (as vacas da raça Herens são essencialmente criadas para torneios e inspiraram a realizadora portuguesa para esta curta-metragem).

O filme de Ian Soroka, “Greetings from Free Forests”, preenche a sessão do dia 11 de outubro. Este documentário do realizador norte-americano vagueia “pela paisagem densamente florestada do sul da Eslovénia”, deparando-se “com histórias que despontam da própria terra e têm a dimensão de um fosso entre um acontecimento de resistência popular e os seus vestígios duradouros num presente vedado”.

 

Para o encerramento da extensão do DocLisboa na Sertã foi escolhido “Terra”, de Hiroatsu Suzuki e Rossana Torres. O filme (vencedor da competição portuguesa do DocLisboa’18) será exibido a 18 de outubro e conta a história de Nuno Alves, “um homem que faz carvão em dois grandes fornos cobertos de terra”, no Alentejo.

José Farinha Nunes, presidente da Câmara Municipal da Sertã, congratulou-se com a “oportunidade de trazer à Sertã uma extensão do Doclisboa, um dos mais importantes festivais de cinema realizados em Portugal”.

Para o autarca, trata-se de “uma oportunidade única de ver filmes que habitualmente não estão nos circuitos comerciais de cinema e que mostram novas visões do mundo, questionando o nosso papel enquanto cidadãos. Essa é uma das grandes facetas do cinema documental”.

Segundo a AporDoc – Associação pelo Documentário, “o Doclisboa pretende questionar o presente do cinema, em diálogo com o seu passado e assumindo o cinema como um modo de liberdade”. Tenta ser “um lugar de imaginação da realidade através de novos modos de perceção, reflexão, novas formas possíveis de ação”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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