Sertã | Equipa feminina de natação do CCD qualifica-se para Nacional de Clubes

A equipa feminina de Natação do CCD Sertã garantiu no sábado, 7 de novembro, a presença no Campeonato Nacional de Clubes da Terceira Divisão, feito que foi alcançado pela primeira vez.

A Fase de qualificação contou com a presença de 22 equipas, cinco das ilhas e 17 do continente. A fase continental decorreu no sábado na Piscina Municipal da Guarda, sendo que de manhã decorreu a prova feminina e à tarde a prova masculina.

Apesar da ausência de duas nadadoras, a equipa da Sertã obteve um total de 176 pontos garantindo o 3º lugar, sendo que se qualificavam para a 3ª divisão as primeiras sete equipas.

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Esta foi a primeira vez que a equipa feminina do CCD se qualificou para o Nacional de Clubes, repetindo o feito da equipa masculina na época de 2016/17 que na altura se qualificou para a extinta 4ª divisão.

As cores sertaginenses foram representadas pelas nadadoras Laura Catarino, Marta Matias, Carolina Ribeiro, Leonor Ribeiro e Márcia Nunes. Laura venceu os 100 e 200 costas, e alcançou o 2º lugar nos 800 livres. Com esta prestação, foi a nadadora que garantiu maior pontuação em toda a qualificação. Marta Matias fez o 2º lugar nos 50 e nos 100 livres e o 6º nos 200 estilos. Carolina Ribeiro foi a mariposista de serviço tendo feito o 10º lugar nos 200 e o 13.º nos 100. Leonor Ribeiro viu-se confrontada com a necessidade de nadar as provas de bruços, registando um excelente desempenho com dois novos recordes pessoais, garantindo o 13.º e o 16.º lugares, respetivamente nos 100 e nos 200 bruços. Márcia Nunes competiu nos 400 livres tendo obtido o 13.º lugar da geral.

Na tarde de sábado decorreu a qualificação masculina, onde a equipa sertaginense obteve o 16.º lugar. Nesta secção, a Sertã foi representada por Francisco Matias, Gonçalo Nunes, Francisco Ribeiro, Fábio Pinto e Lucas Peres. A equipa masculina revela estar numa fase de crescimento, tendo todos os nadadores registado novos recordes pessoais.

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José Gaio
Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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