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Sábado, Maio 8, 2021

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Sertã | Crise diretiva persiste na Filarmónica União Sertaginense

Em três assembleias gerais eleitorais consecutivas da Filarmónica União Sertaginense não surgiu qualquer lista candidata aos órgãos sociais desta coletividade que em dezembro completou 190 anos de história. A quarta tentativa, agendada para 1 de maio, será a derradeira, segundo a direção que mantém a gestão corrente. Vítor Cavalheiro, presidente da Filarmónica há 20 anos, tem lançado apelos “à sensibilidade dos sócios da coletividade para que a FUS não caia num vazio diretivo”.

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Na primeira assembleia geral, realizada a 28 de dezembro de 2020, um dos pontos da ordem de trabalhos seria a eleição dos novos órgãos sociais, mas não se apresentou qualquer lista a sufrágio.

O mesmo aconteceu nas assembleias de 30 de janeiro e 10 de abril deste ano, apesar dos insistentes apelos dos atuais dirigentes para que fosse constituída uma lista e mesmo perante o risco de vazio diretivo. Nenhum sócio se disponibilizou até agora para integrar uma comissão administrativa.

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A quarta tentativa, agendada para 1 de maio, será a derradeira, já que os elementos que restam da anterior direção e que mantêm apenas a gestão corrente da Filarmónica Sertaginense já fizeram saber que “estarão, a partir dessa data, totalmente indisponíveis para continuar neste impasse extremamente prejudicial para a coletividade”.

Vítor Cavalheiro, presidente da Filarmónica há 20 anos, tem lançado apelos “à sensibilidade dos sócios da coletividade para que a FUS não caia num vazio diretivo”.

Também Laureano Esteves, antigo dirigente, músico e monitor, publicou nas redes sociais um apelo a todos os que “gostam de Música e amam a Sertã, tenham tempo disponível, e se sintam com capacidade para isso”, para que reúnam os Amigos e apresentem urgentemente uma lista.

“Sejamos dignos da herança prestimosa que os nossos Antepassados nos legaram, e temos a obrigação de transmitir aos vindouros”, apelou.

Vitor Cavalheiro preside à coletividade há mais de 20 anos. Foto: mediotejo.net

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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