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Domingo, Outubro 17, 2021

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Sertã | Crianças visitaram Centro de Ciência Viva de Alviela

Cerca de 30 crianças dos 3 aos 11 anos, inscritas no projecto Tempo de Acolher, visitaram recentemente o Centro de Ciência Viva de Alviela. Dinamizada pelo Município da Sertã, através do Sector de Educação, esta visita decorreu no âmbito da medida Férias com Ciência (Eixo 3 – Experimenta + Ciência) do Programa Intermunicipal de Promoção da Cultura Científica do Plano Estratégico de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação do Médio Tejo (PEDIME).

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O transporte foi assegurado pelo Município da Sertã e, no Centro de Ciência Viva, as crianças foram acompanhadas por técnicos especializados, tendo realizado diversas atividades. No percurso pedestre dos Olhos de Água do Alviela puderam observar a fauna e flora locais. Visitaram as exposições permanentes “Geódromo”, onde puderam fazer uma viagem no tempo, através de uma plataforma de simulação de realidade, para descobrir as origens do rio Alviela, “Carso”, um filme em 3D que vai das origens do sistema solar até à nascente do Alviela, e o “Quiroptário”, uma exposição interativa dedicada à desmistificação de mitos e crenças relacionados com os morcegos.

Na atividade “Tudo Numa Gota de Água” as crianças analisaram alguns parâmetros físicos, químicos e bacteriológicos da água da nascente do Rio Alviela. E porque a água foi o ponto central das atividades desenvolvidas, as crianças finalizaram as atividades desfrutando de mergulhos na praia fluvial Olhos d’Água.

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Esta visita decorreu no âmbito da vertente “interrupções letivas” do Projeto Tempo de Acolher do Município da Sertã, dirigido a crianças de escolas básicas do Cabeçudo, Castelo, Cumeada, Pedrógão Pequeno e Várzea dos Cavaleiros. Teve como principais pressupostos a motivação das crianças para a aprendizagem das ciências mediante a exploração de contextos de educação não-formal, promovendo a literacia científica desde os primeiros anos de escolaridade, ao mesmo tempo que se estimula o gosto pela visita a espaços de divulgação cultural. Deste modo, a iniciativa possibilitou aliar a diversão à aquisição informal de conhecimentos, traduzindo-se num dia pleno de atividades.

 

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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