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Quinta-feira, Outubro 28, 2021

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Sertã | CPCJ dedica mês à Prevenção dos Maus Tratos

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) da Sertã assinala em abril o “Mês da Prevenção dos Maus Tratos”, que este ano tem como mensagem “Serei o que me deres… que seja amor”.

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São símbolos da iniciativa os já habituais laços azuis, através do quais “se pretende apelar à participação de todos na missão de sensibilizar para a gravidade dos maus-tratos na infância, para que as crianças e os jovens cresçam em ambiente de respeito pela sua individualidade, pelos seus direitos e onde só possa haver amor”, refere a autarquia em nota de imprensa.

Ao longo do mês estão programadas várias atividades que envolvem crianças e jovens de todas as escolas do concelho, da educação pré-escolar ao ensino secundário, assim como pais, professores, educadores e toda a comunidade. As crianças e jovens serão desafiados a realizar e a divulgar junto da comunidade videoclips com mensagens alusivas à temática.

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Durante o mês, estará em exposição, na Casa da Cultura, a exposição de desenhos elaborados pelas crianças das escolas do primeiro ciclo, alusivos ao tema “Direitos das Crianças”.

A iniciativa, que tem o apoio da autarquia, contempla também a colocação de outdoors alusivos à campanha em diversos locais do concelho da Sertã e a elaboração de laços azuis e a sua colocação nas entidades parceiras com competência em matéria de infância e juventude.

A Campanha do Laço Azul (Blue Ribbon) iniciou-se em 1989, na Virgínia, E.U.A., quando uma avó, Bonnie W.Finney, amarrou uma fita azul à antena do seu carro “para fazer com que as pessoas se questionassem”.

O azul da fita refletia a cor das nódoas negras e dos corpos batidos dos seus dois netos, alvos de violência pela mãe e namorado. O azul servia como um lembrete constante na sua luta pela proteção das crianças contra os maus-tratos.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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