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Terça-feira, Janeiro 18, 2022
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Sertã | Comissão Técnica Independente analisa incêndios ocorridos no concelho

O presidente da Câmara da Sertã, o presidente da Assembleia Municipal e técnicos do município de diversas áreas, nomeadamente, florestal, ação social e urbanismo reuniram-se nas instalações do SerQ, com a Comissão Técnica Independente da Assembleia da República para analisarem os incêndios que ocorreram no concelho. Esta comissão foi criada para proceder a uma análise célere e ao apuramento dos factos relativos aos incêndios que ocorreram na região a 17 de junho.

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José Farinha Nunes, presidente da Câmara da Sertã, abriu os trabalhos da reunião referindo que “este tipo de reuniões e as suas conclusões são muito importantes para que no futuro se evitem tragédias como a que vivemos em junho”.

O autarca focou diversos aspectos que têm que ser considerados para que se “encare e trate a floresta de modo profissional: o primeiro passo é o cadastro, que permitirá um maior ordenamento. Haverá incêndios, mas não terão tão grandes proporções. É preciso tomar medidas para diminuir a área ardida”, sublinhou.

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João Guerreiro, presidente da Comissão Técnica Independente, apresentou os objectivos daquela comissão, referindo-se à elevada importância de se analisar o incêndio, “para que o susto não se repita tanto em termos de vítimas, como de área ardida”. Sublinhou a necessidade de existir uma visão de floresta de futuro para a zona afectada.

Alfredo Geraldes, presidente da Assembleia Municipal e Vice-Presidente da Direção do SerQ (em representação da Universidade de Coimbra) interveio, referindo que o cadastro do território está a ser feito, numa primeira fase na freguesia do Troviscal. “É um trabalho que não é fácil, mas é possível. Congregando várias tecnologias para optimizar o rendimento do trabalho em campo, sendo só possível com o envolvimento de todos: câmara, juntas de freguesia, produtores florestais e agrícolas e associações de produtores. Permitirá uma gestão mais eficiente e profissional do terreno, sendo possível a monitorização e calibração dos processos”, concluiu.

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O presidente da autarquia, Farinha Nunes, referiu-se ao momento presente como sendo o ideal para “implementar de facto as ZIF’s (Zonas de Intervenção Florestal), com regras próprias”. Foi ainda feito um ponto de situação relativamente ao PROF (Plano Regional de Ordenamento Florestal) e ao RJAAR (Regime Jurídico aplicável às Ações de Arborização e Rearborização), que por vezes condicionam a gestão florestal.

Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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