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Sábado, Setembro 18, 2021

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Sertã | CDS justifica apoio e esclarece acordo autárquico com o PSD

Em comunicado assinado por Pedro Martins de Jesus, o CDS da Sertã justifica a coligação estabelecida com o PSD para as eleições autárquicas de 26 de setembro, ao mesmo tempo que refere em que é que se traduz esse acordo nos lugares das listas.

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O partido garantiu o 4º lugar na eventual vereação da Câmara Municipal, através de Luís Bernardo, de Cernache do Bonjardim, seis candidatos na lista à Assembleia Municipal, com Maria João Mota Torres em lugar de destaque, e ainda a Aliança CDS/PSD, candidata à União de Freguesias da Ermida e Figueiredo.

“Chegou o momento de nos dedicarmos de alma e coração a esta causa. Façam a vossa campanha. Motivem os vossos amigos e os amigos dos vossos amigos a acompanharem-vos à mesa de voto dando-nos o seu voto e simultaneamente cumprindo o seu dever cívico”, apela o CDS num “recado” dirigido aos seus militantes.

O partido sublinha que apoia “incondicionalmente” o programa apresentado por Paulo Farinha Luís, cabeça de lista do PSD à Câmara, não deixando de apontar alguns setores que entende dever ser reforçados, conforme ao longo de 20 anos vêm defendendo.

No campo empresarial, o CDS entende que se deve “continuar a lutar pela isenção parcial de impostos para todas as que se quiserem instalar na nossa terra e dialogar com as já existentes para em conjunto resolver os seus problemas. Incluindo impostos”.

Quanto à Floresta – “Sempre a consideramos a nossa menina bonita” – o CDS diz sentir-se chocado vê-la desprezada e questiona: “disse o Sr. Primeiro-Ministro, no seu discurso no congresso, que se tinham dedicado e muito iam fazer pela floresta. Fica a pergunta. Qual floresta? A natural que destruíram ou a floresta humana que o rodeia?”

A Estrada 238 é o último tema abordado no comunicado. “Já há vinte anos que em artigos de opinião pedíamos aos Presidentes de Câmara para, em união de esforços, exigirem a construção de uma via rápida Tomar, Ferreira de Zêzere, Cernache, Sertã, Oleiros e Fundão. Era tempo de vacas gordas e davam leite suficiente para atender todos os pedidos. Hoje as tetas secaram. O problema tornou-se grave. Porém tem solução. Basta pressionar a Bazuca abrigando-a a disparar para Ferreira do Zêzere, Cernache, Sertã, Oleiros e Fundão”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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