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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Sertã | Casa da Cultura encheu-se de riso com peça de teatro “Faz-te Homem!”

A Casa da Cultura da Sertã voltou a encher em mais uma noite de teatro. A peça “Faz-te Homem!”, em cena no sábado, dia 8 de junho, levou a palco os atores João Didelet e António Machado, simulando uma conferência dirigida a homens sobre o que é, afinal de contas, ser homem.

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Desde o manual de instruções para montar móveis, aos aromas a homem, a peça abordou diversas “pérolas” machistas, problemas de comunicação entre homens e mulheres, assim como os dicionários que têm significados diferentes consoante o género, pode ler-se em nota de imprensa da autarquia.

Não faltaram as regras de cavalheirismo ilustradas com vídeos satíricos: um cavalheiro acompanha a senhora até à porta, abre-lhe a porta, oferece-lhe o seu assento, nunca bate numa senhora, cede-lhe o seu casaco, levanta-se quando uma senhora entra na sala, entre muitas outras regras, apresentadas num registo leve e humorístico.

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Na pele de Zé Esquerdo e Zé Direito, os atores fizeram o relato do dérbi “Desportivo das Mulheres x Futebol Clube dos Homens”, que pôs em evidência a eterna “guerra dos sexos”, com as qualidades e defeitos inerentes a ambos os sexos. O “jogo” resultou num empate a duas bolas entre as duas equipas, promovendo a interação com espetadores, tendo arrancado inúmeras gargalhadas ao público, pode ler-se na mesma nota.

A “conferência” terminou de forma súbita, no momento em que apareceram as mulheres dos ‘Zés’, tendo os visados alterado repentinamente a temática e o fio condutor da conferência a favor das mulheres.

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Ao cair do pano, disseram que os homens têm que prestar atenção aos direitos das mulheres, fomentar o diálogo e não devem “ter vergonha de usar a camisa cor de rosa que a mulher ofereceu no aniversário”. No final ficou patente a ideia de que ao lado de um grande homem está sempre uma grande mulher, termina a nota do município.

Com produção da Yellow Star Company, a peça de teatro foi promovida pelo Município da Sertã.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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