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Sertã | Câmara disponibiliza escolas de acolhimento para crianças até aos 12 anos

Para receber crianças até aos 12 anos, filhos de trabalhadores em serviços essenciais que mantêm a sua atividade profissional nesta fase da pandemia e do estado de emergência, o Município da Sertã disponibilizou três Escolas de Acolhimento.

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São elas a Escola Básica Padre António Lourenço Farinha / Jardim de Infância da Sertã (crianças dos 3 aos 12 anos) e Santa Casa da Misericórdia da Sertã (valência de creche – crianças até aos 3 anos) que funcionam, respetivamente, no horário entre as 7h30 e as 18h30 e das 7h30 às 19h30.

As Escolas de Acolhimento destinam-se a crianças até aos 12 anos, filhos de trabalhadores em serviços essenciais que mantêm a sua atividade profissional mesmo em período de confinamento.

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Estão abrangidos os profissionais de saúde, das forças e serviços de segurança e de socorro, incluindo bombeiros voluntários e forças de segurança; trabalhadores dos serviços essenciais e trabalhadores de instituições, equipamentos sociais ou de entidades que desenvolvam respostas de caráter residencial de apoio social e de saúde às pessoas idosas, às pessoas com deficiência, às crianças e jovens em perigo e às vítimas de violência doméstica.

Para beneficiarem deste serviço, os encarregados de educação deverão contactar a respetiva escola de acolhimento através dos contactos: Santa Casa da Misericórdia: 274 600 248 ou 927 151 785; ou Agrupamento de Escolas da Sertã: 274 600 650 ou 925 487 132.

Durante o período de confinamento estão garantidas as refeições para as crianças e alunos beneficiários dos escalões A e B da ação social escolar que pretendam receber esse apoio, sendo que para tal deverão contactar o Município da Sertã (no caso das crianças da educação pré-escolar e do 1º Ciclo do ensino básico) através do número 274 600 300 ou o Agrupamento de Escolas da Sertã (no caso das crianças dos restantes ciclos de ensino) através do número 274 600 650 ou 925 487 132.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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