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Quarta-feira, Janeiro 26, 2022
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Sertã | Cafés de Ciência debate “A Água: o Sangue da Terra”

Esta terça-feira, dia 31 de outubro, a partir das 18 horas, o SerQ – Centro de Inovação e Competências da Floresta, na Sertã, acolhe mais uma sessão de “Cafés de Ciência”, desta feita alusiva ao tema “A Água: o Sangue da Terra”, dinamizada por José Manuel de Azevedo.

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Em nota de imprensa, a autarquia refere que “apesar de vivermos no “Planeta Azul”, em que 75% da superfície está ocupada por água, é incontornável a escassa disponibilidade deste recurso, nomeadamente para os usos antrópicos. Numa análise a outras escalas, por exemplo ao nível do nosso País, da Região Centro ou mesmo do Município, facilmente se conclui que a água doce distribui-se apenas entre as massas de água superficiais e as subterrâneas. A gestão e a exploração sustentada deste hidrorrecurso, bem como a preservação ambiental, serão tanto melhor conseguidas, quanto maior for o conhecimento das massas de água subterrâneas e das formações geológicas que as armazenam (aquíferos)”.

José Manuel de Azevedo é Professor Auxiliar no Departamento das Ciências da Terra da Universidade de Coimbra e Coordenador Científico do curso de mestrado em Geociências da Universidade de Coimbra. Tem participado em vários projectos de investigação no domínio das águas subterrâneas, publicou 79 trabalhos científicos, sendo também autor e co-autor de 42 relatórios técnicos e científicos para instituições não universitárias.

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Os “Cafés de Ciência” são conversas informais sobre ciência, abertas a todas as idades, integradas no ciclo de conversas promovido pelo SerQ em parceria com Município da Sertã e o Exploratório – Centro de Ciência Viva de Coimbra.

Com participação gratuita, os “Cafés de Ciência” decorrem na última terça-feira de cada mês, até ao final do ano, das 18 às 19 horas, nas instalações do SerQ, na Zona Industrial da Sertã. A sessão seguinte decorrerá a 28 de novembro, sendo alusiva ao tema “Viver com coração”. Será dinamizada por Paulo Alexandre Carvalho Ferreira.

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A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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