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Quarta-feira, Setembro 22, 2021

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Sertã | Bombeiros Voluntários de Cernache do Bonjardim assinalam 40 anos de história

Foi um incêndio em Cernache do Bonjardim que, há cerca de 40 anos, espoletou a criação da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários local. A instituição comemorou de forma simbólica o seu 40º aniversário no dia 24 de agosto, com uma missa em memória de todos os Bombeiros, Órgãos Sociais e Sócios, já falecidos, seguindo-se a deposição de uma coroa de flores no talhão dos Bombeiros no cemitério da vila.

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“Cumpre-nos nesta data enaltecer o papel de todos os que, de uma maneira ou de outra, contribuíram para o engrandecimento desta Casa e, de uma forma muito especial, a todos os nossos Bombeiros que continuam todos os dias a dignificar o que é ser Bombeiro do Corpo de Bombeiros de Cernache do Bonjardim”, lê-se numa publicação na página da corporação no facebook.

Segundo o site da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Cernache do Bonjardim, esta foi fundada a 24 de agosto de 1981, tendo a inauguração do Corpo de Bombeiros ocorrido a 8 de maio de 1983.

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A sua área de atuação abrange cinco freguesias do Município da Sertã, sendo três delas agrupadas na União de Freguesias de Cernache do Bonjardim, Nesperal e Palhais, abrangendo também as freguesias do Cabeçudo e Castelo, servindo uma população de aproximadamente 5 mil habitantes.

Tem um Quadro Ativo de 79 de elementos (4 elementos de Comando) dos quais 23 são profissionais, incluindo 5 elementos da Equipa de Intervenção Permanente (EIP).

Segundo o livro ‘História da Sertã’, de Rui Pedro Lopes, a Associação Humanitária teve a sua génese na sequência de um terrível incêndio, que fustigou a freguesia no Verão de 1980. Várias personalidades influentes na época, nomeadamente Francisco Antunes da Silva, secretário do Ministério da Administração Interna, António José Bastinho e José Matias Correia, presidente da Junta local, encetaram conversações tendo em vista a criação de uma corporação de bombeiros na vila, uma ideia a que depois se aliaram outros cernachenses ilustres, bem como os presidentes de Junta das freguesias do Nesperal, Castelo, Cabeçudo e Palhais.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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