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Terça-feira, Janeiro 18, 2022
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Sertã | Biblioteca Municipal promove workshops “Diz o Tacho para a Sertã”

A Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes, na Sertã, vai receber dois workshops intitulados “Diz o Tacho para a Sertã” nos dias 19 e 20 de janeiro, das 14h30m às 16h30. As inscrições decorrem até esta sexta-feira, dia 14 de janeiro.

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Dinamizadas por Bru Junça e Patrícia Godinho, as oficinas dirigem-se a públicos distintos: a primeira dirige-se a educadores, professores, bibliotecários e pais. A segunda oficina é direcionada a utentes de centros de dia, academias seniores e grupos de leitores seniores.

Promovidas pelo Município da Sertã, as oficinas “consistem numa viagem pelas memórias ligadas à cozinha e, a partir de objetos do quotidiano, permitirão despertar os sentidos, descobrir leituras, construir pontes entre os patrimónios íntimos e os coletivos, entre o objeto e a memória”, explica a autarquia em nota de imprensa.

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O Maranho é um prato de referência na gastronomia sertaginense e muitos dos utensílios usados na sua confeção transportam para uma dimensão que une cheiros, sabores, gestos, tradições e pessoas, que integram o património da cultura popular, material e imaterial.

A iniciativa pretende recuperar as memórias que constituem verdadeiros documentos vivos, decifrando como os ciclos da terra se interligavam com a vida doméstica e de que forma os ofícios e saberes se transmitiam de geração em geração, perpetuando tradições e costumes.

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As inscrições em ambas as oficinas são gratuitas e devem ser feitas até 14 de janeiro, através do telefone 274604227. 

Bru Junça é mediadora de leitura e contadora de histórias, tendo já participado em diversos encontros nacionais e internacionais com projetos de promoção e mediação de leitura. É autora da marca Conto por Ponto, que cria livros de pano artesanais a partir do património da tradição oral.

Patrícia Godinho é mediadora cultural em diversas entidades culturais, públicas e privadas, criando ações de educação a partir do património. É autora do projeto Entre Memórias – Educação Patrimonial Itinerante.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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