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Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
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Sertã | Abandonado desde os anos 80, Hotel da Foz tem novo proprietário

O Hotel da Foz da Sertã, abandonado desde os anos 80, tem novo proprietário, a imobiliária LAFI, de Cascais, que adquiriu o imóvel e terrenos envolventes a outra imobiliária. O mediotejo.net chegou à fala com Luís Abreu Freire, sócio gerente da LAFI – Compra e Venda de Imobiliário Unipessoal, Lda, mas este empresário pouco adiantou sobre o destino a dar à antiga unidade hoteleira situada na margem direita da albufeira de Castelo do Bode, na União de freguesias de Cernache do Bonjardim, Nesperal e Palhais.

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“Ainda estamos em estudos, ainda não há nada em concreto, vamos ver o que é que será”, responde Luís Abreu Freire, quando questionado sobre o destino a dar ao Hotel da Foz da Sertã.

“São processos muito lentos e estamos mesmo no começo. Não haverá novidades tão cedo”, acrescentou, sem querer adiantar mais pormenores sobre o negócio ou sobre o projeto.

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A empresa imobiliária Lafi aposta num segmento premium, tendo projetos em zonas como a Quinta da Marinha, Penha Longa, Estoril ou Cascais.

O Hotel da Foz da Sertã nasceu no seguimento da Casa da Água da Foz da Sertã, uma fábrica de engarrafamento da água termal, que remonta a 1894, utilizada no tratamento de problemas de digestão, infeções, diarreias, problemas gastrointestinais e diabetes.

Foi o empresário Júlio Martins que, ao aperceber-se do potencial da exploração de águas medicinais, e tendo em conta a localização privilegiada sobre o rio Zêzere e a albufeira de Castelo do Bode, investiu na construção de um hotel na zona.

Em 1975, a unidade foi ocupada pelos chamados retornados das ex-colónias que ali permaneceram alguns anos. As instalações foram-se degradando e sendo alvo de atos de vandalismo ao ponto de serem abandonadas.

O penúltimo proprietário cuidou de entaipar portas e janelas para evitar a entrada de intrusos que agravavam o estado de degradação do edifício.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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1 COMENTÁRIO

  1. Eu como sobrinho do Falecido Sr. JULIO MARTINS nao concordo com o estadito sobre este imovel que custou minhares (minhares de escudos) naquela a moeda usada em Portugal.
    Isto tudo aconteceu e acontece devido ao cacar para dentro por parte the alguns que nao quero aqui mencionar. Este assunto ddeixou muita gente em guerra com familiares. Meu pai
    irmao direito do Sr JULIO MARTINS, ficou muito sentido da maneira como certos membros da nossa familia levou a cabo o arrombamento da Furtuna do Sr. JULIO MARTINS que depois de muito anos Faleceu em Espanha .
    Nao quero comentar mais acerca da meneira do o Hotel e Agua da Foz da Certa foi abaixo mas aqueles que ajudaram neste desatre itao um dia pagar pelo o que ele fizeram as duas filhas do Sr JULIO MARTINS

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