Sertã | A arte da pintura em “Telhas de Canudo Antigas” na Casa da Cultura

A exposição de pintura “Telhas de Canudo Antigas”, da autoria de Idalina Figueiredo de Andrade, está patente durante o mês de março no átrio da Casa da Cultura da Sertã. A autora sertaginense recriou em telhas antigas, numa aventura que iniciou há dois anos, diversas paisagens do seu concelho e retratos. Esta será a sua terceira exposição individual, tendo também participado em diversas exposições coletivas na Sertã, Mação e Marinha Grande.

Depois de encontrar telhas no estaleiro do seu marido, Idalina não se fez rogada e pôs mãos à obra. Três a sete dias são suficientes para concluir uma telha pintando com tinta acrílica. O repertório artístico já vai longo, contando cerca de cinquenta telas e vinte telhas da sua autoria.

A artista tem especial preferência pelo pastel seco e óleo e gosta de pintar na sua marquise sobretudo ao final do dia, dado que os dias de sol são os mais inspiradores e estimulantes para criar paisagens, natureza morta e pinturas abstratas.

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Natural da freguesia de Várzea dos Cavaleiros, Idalina Figueiredo de Andrade começou desde cedo a mostrar talento e uma apetência especial pelas artes manuais, mas foi em 2005 que começou a desenvolver os seus dotes, aprogundando e aperfeiçoando a técnica na Escola Il Pittore Italiano, na antiga Casa do Artesão junto à Ribeira da Sertã. Acompanhou a mudança da escola para a Rua do Vale, e continua a frequentá-la, sendo que hoje é denominada por Ateliê Daniela Pinto.

As “Telhas de Canudo Antigas” de Idalina Figueiredo de Andrada poderão ser apreciadas até dia 31 de março, na Casa da Cultura da Sertã, de segunda a sexta-feira das 9h00 às 17h30, e aos fins de semana mediante a programação da agenda cultural naquele equipamento.

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Joana Rita Santos
Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres: o conhecimento e o saber, a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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