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Segunda-feira, Outubro 25, 2021

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“Sensibilizar para Garantir o Futuro”, por José Alho

Na última semana comemoraram-se dias significativos para o ambiente, nomeadamente os dias mundiais da Floresta, da Água e da Energia.

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Um pouco por todo o lado decorreram iniciativas sobre estas temáticas colocando o foco sobre a sustentabilidade e futuro.

O novo ciclo da Primavera e a celebração do dia da poesia ajudaram a um clima positivo, e até de festa, em certas iniciativas. Uma forma mobilizadora dos cidadãos e particularmente das crianças e jovens.

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Vivemos tempos difíceis na governança do Planeta em que as anunciadas dinâmicas disruptivas, de alguns líderes mundiais, ameaçam valores civilizacionais conquistados nos últimos séculos, pondo em causa princípios fundamentais para o equilíbrio do nosso Planeta.

É neste momento determinante que a consciência crítica e a intervenção daqueles que têm uma proposta positiva para a nossa sociedade, para o nosso modelo de desenvolvimento e para o nosso mundo, se afirme, de modo a recolocar equilíbrios e bom senso.

Não se pode esquecer o efeito que o modelo de desenvolvimento em curso exerce sobre os frágeis equilíbrios da biosfera, sobre os recursos naturais, na qualidade de vida e na segurança dos cidadãos.

As alterações introduzidas no ambiente, apesar de identificadas, não são inteiramente conhecidas na sua magnitude e nas suas consequências. No entanto, o ritmo e a escala espacial de grande parte destas alterações intensificam-se de tal modo que um dos desafios mais críticos que se coloca à Humanidade é, sem dúvida, a conservação, recuperação e a gestão sustentável dos recursos do nosso Planeta.

A maior consciencialização destas questões exige também um maior compromisso daqueles que conhecem e defendem os valores da sustentabilidade de modo a divulgar, informar e motivar a comunidade científica, os governantes e os cidadãos para a necessidade de um envolvimento conjunto, em prol de uma sociedade mais justa, ecologicamente saudável e com futuro.

As Nações Unidas lançaram em 2015 a agenda 2030 com os 17 objetivos do desenvolvimento sustentável e 169 metas integrando as três dimensões do desenvolvimento sustentável: ambiental, social e económica.

Este é um desafio que tem de estimular a humanidade nos próximos anos numa missão de garantir o futuro.

As iniciativas de sensibilização em torno das celebrações dos dias mundiais da floresta, da água e da energia, tal como todos os similares são um bom contributo para este desafio à cidadania ativa.

José Manuel Pereira Alho
Nasceu em 1961 em Ourém onde reside.
Biólogo, desempenhou até janeiro de 2016 as funções de Adjunto da Presidente da Câmara Municipal de Abrantes. Foi nomeado a 22 de janeiro de 2016 como vogal do Conselho de Administração da Fundação INATEL.
Preside à Assembleia Geral do Centro de Ciência Viva do Alviela.
Exerceu cargos de Diretor do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, Coordenador da Reserva Natural do Paúl do Boquilobo, Coordenador do Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire, Diretor-Adjunto do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas do Litoral de Lisboa e Oeste, Diretor Regional das Florestas de Lisboa e Vale do Tejo na Autoridade Florestal Nacional e Presidente do IPAMB – Instituto de Promoção Ambiental.
Manteve atividade profissional como professor convidado na ESTG, no Instituto Politécnico de Leiria e no Instituto Politécnico de Tomar a par com a actividade de Formador.
Membro da Ordem dos Biólogos onde desempenhou cargos na Direcção Nacional e no Conselho Profissional e Deontológico, também integra a Sociedade de Ética Ambiental.
Participa com regularidade em Conferências e Palestras como orador convidado, tem sido membro de diversas comissões e grupos de trabalho de foro consultivo ou de acompanhamento na área governamental e tem mantido alguma actividade editorial na temática do Ambiente.
Foi ativista e dirigente da Quercus tendo sido Presidente do Núcleo Regional da Estremadura e Ribatejo e Vice-Presidente da Direcção Nacional.
Presidiu à Direção Nacional da Liga para a Protecção da Natureza.
Foi membro da Comissão Regional de Turismo do Ribatejo e do Conselho de Administração da ADIRN.
Desempenhou funções autárquicas como membro da Assembleia Municipal de Ourém, Vereador e Vice-Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Presidente do Conselho de Administração da Ambiourem, Centro de Negócios de Ourém e Ouremviva.
É cronista regular no jornal digital mediotejo.net.

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