Segunda-feira, Março 1, 2021
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Sardoal: Xaral’s Dixie contagiaram o arranque do Sardoal Jazz

A segunda edição do Sardoal Jazz arrancou esta sexta-feira, dia 6, com o ritmo descontraído dos Xaral’s Dixie. O grupo de Minde inaugurou o cartaz que inclui Pedro Madaleno Sexteto e Mário Laginha e apenas precisou dos primeiros minutos das quase duas horas de concerto para contagiar o público presente no auditório do Centro Cultural Gil Vicente.

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A sala não esgotou, mas esteve cheia durante as quase duas horas de concerto com o ritmo dos primórdios do jazz trazido de Nova Orleães para o Sardoal pelos Xaral’s Dixie. O grupo de amigos juntou-se no final de 2008 e a cumplicidade reflete-se na forma descontraída como se apresentam em palco, deixando a dúvida se a diversão é maior ali ou na plateia.

O centenário dixie provou que não perdeu a força com o passar do tempo através do trompete de Pedro Félix, o trombone de António Carvalho, a bateria de Duarte Fonseca, o banjo de Samuel Louro, o sousafone de Gilberto Rosa, o saxofone barítono de Gonçalo Frade, o saxofone soprano de Jaime Alexandre, o saxofone de Nuno Simões e o trompete de João Faria.

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Apesar dos dois últimos elementos serem apresentados como vocalistas da banda de Minde (Alcanena), as vozes multiplicaram-se e os restantes sete juntaram-se a eles em temas emblemáticos deste estilo, como “Ice Cream”, “Welcome to New Orleans” ou “All the saints go marching in”. No final, o público foi brindado com um tema novo, que partilhamos, inspirado no Mardi Gras, o Carnaval de Nova Orleães.

O festival que pretende afirmar-se no panorama musical como um evento de referência nacional está no bom caminho.

O primeiro concerto do Sardoal Jazz 2016 foi aplaudido (e dançado) de pé com um grupo do Médio Tejo a inaugurar o cartaz e os nomes sonantes que se seguem trazem ritmos diferentes do jazz à região.

Para a noite deste sábado, às 21h30, aguarda-se o concerto do Sexteto de Pedro Madaleno e na tarde de domingo será Mário Laginha a subir ao palco, pelas 16h00.

Depois dele Nova Orleães fica com regresso marcado ao Sardoal em 2017!

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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