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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Sardoal | VI Encontro CLDS’s 3G juntou Médio Tejo e Lezíria

O VI Encontro de CLDS’s 3G (Contratos Locais de Desenvolvimento Social de 3ª Geração) decorreu na sexta-feira, 23 de fevereiro, na Sala Multiusos do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, juntando desta vez Médio Tejo e Lezíria, onde foram realçadas as parcerias criadas em prol do desenvolvimento social da comunidade num todo, atividades que têm vindo a ser realizadas em parceria permitindo a criação de sinergias para a realização das ações.

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Até à data estes encontros vinham a ser realizados periodicamente entre os Técnicos dos CLDS 3G´s do Médio Tejo. Neste encontro optou-se por convidar a zona da Lezíria por forma a todo o distrito de Santarém ter acesso aos momentos de partilha e debate. Estiveram presentes o CLDS 3G de Abrantes, CLDS 3G de Alcanena, CLDS 3G de Coruche, CLDS 3G de Mação, CLDS 3G de Ourém, CLDS 3G de Salvaterra de Magos, CLDS 3G de Santarém, CLDS 3G de Sardoal, CLDS 3G da Sertã e CLDS 3G de Vila de Rei.

O presidente da direção da Associação de Assistência e Domiciliária de Alcaravela (AADA) entidade executora do CLDS 3G Sardoal SIM, Manuel Bento, no seu discurso de abertura referiu os desafios positivos que o projeto apresenta em prol da comunidade do concelho, nomeadamente os constrangimentos financeiros como uma realidade transversal a todos os CLDS 3G, tendo a esperança que os mesmos normalizem para podermos ter alguma tranquilidade financeira.

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O vice-presidente da Câmara Municipal de Sardoal, Jorge Gaspar, também referiu a dinâmica e importância que os CLDS 3G apresentam no território, permitindo a realização de algumas atividades em prol da comunidade concelhia que sem os CLDS não seriam realizadas, considera.

Por seu lado, o diretor do Centro Distrital da Segurança Social de Santarém, Renato Possante Bento, realizou um breve enquadramento socioeconómico relativamente aos CLDS 3G´s, bem como realçando a importância das Instituições nas comunidades. Fez também referência a alguns desafios que as Instituições devem ter em conta: “têm que se diferenciar em relação à administração central, deixar uma marca no território, criar impacto junto das comunidades e serem criativas”. Relativamente, ao futuro dos CLDS`s 3G, Renato Possante Bento referiu que ainda ninguém sabe se os mesmos terão continuidade – foram criados grupos de trabalho na Assembleia para sustentar se é viável a sua continuidade através do Fundos Comunitários.

VI Encontro CLDS’s 3G juntou Médio Tejo e Lezíria
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Paula Remédios representante da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) referiu também a importância dos CLDS’s na comunidade do Médio Tejo face à proximidade que os mesmos têm com a população (daí o primeiro encontro ter sido realizado na CIMT, impulsionando os restantes), e que tendo em conta essa proximidade os mesmos também já fazem parte de um Grupo de Trabalho de Acompanhamento para a Dinamização do Ecossistema Empreendedor do Médio Tejo.

Posteriormente, deu-se inicio aos Trabalhos “Concentre-se nos Pontos Fortes!”, cada equipa dos CLDS’s 3G refletiu sobre uma Atividade de Sucesso tendo em conta as estratégias, envolvimento, impacto e continuidade dessa ação; seguidamente, cada equipa apresentou a sua reflexão (entre diversas a sua atividade de sucesso), existindo lugar a partilha e debate.

Inês Aparício, Coordenadora Técnica do CLDS 3G Sardoal SIM, agradeceu novamente a presença de todos os CLDS´s 3G presentes, referindo que os constrangimentos são uma realidade, contudo importa dirigir o foco para os pontos fortes de cada projeto no sentido de contornar o resto, “um objetivo conseguido neste encontro” considerou.

O encerramento foi realizado pelas Técnicas de Acompanhamento da Segurança Social, Carla de Jesus e Cíntia Silva que parabeneziram as equipas pelas atividades apresentadas e por todo o trabalho que tendo vindo a ser realizado pelos CLDS 3G´s em cada território, expondo algumas orientações Técnicas para esta fase dos projetos.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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