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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Sardoal | Santa Casa da Misericórdia vai a eleições dia 18 para órgãos sociais

Vão decorrer no dia 18 de dezembro as eleições para os órgãos sociais da Santa Casa da Misericórdia de Sardoal, em Assembleia Geral Extraordinária marcada para as 14:00, na sequência da renúncia dos membros da Mesa Administrativa e do Conselho Fiscal da Santa Casa, no dia 30 de outubro, tal como noticiado pelo mediotejo.net.

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A Assembleia Geral Extraordinária, que vai decorrer na Sala de Refeições do Centro de Dia Senhor Jesus dos Remédios. tem um único ponto na Ordem de Trabalhos tratando-se, então, da eleição dos órgãos sociais – vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral, Mesa Administrativa e Conselho Fiscal – pelo período em falta do mandato social de 2019/2023.

De acordo com o Compromisso, a Assembleia Geral funcionará à hora marcada com metade dos irmãos da Irmandade da Misericórdia com direito a voto. Não estando preenchido o quórum constitutivo à hora marcada, a Assembleia Geral reunirá em segunda convocatória, meia hora mais tarde, com o número de irmãos presentes.

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As listas candidatas tinham prazo de entrega até dia 6 de dezembro.

A Santa Casa da Misericórdia de Sardoal é uma Instituição com mais de quinhentos anos de existência. Primeiro funcionou como Confraria de Santa Maria da Caridade e, em 1800, foi fundado o Hospital que viria a ser, durante mais de um século, um local de cuidados de Saúde no Sardoal.

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Atualmente, a Santa Casa da Misericórdia contempla um Lar de Idosos, Centro de Dia, Unidade de Apartamentos Lúcio Serras Pereira, Apoio Domiciliário e serve refeições nas Cantinas Sociais

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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