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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Sardoal regressou aos tempos medievais com recriação histórica (c/fotogaleria)

O Sardoal fez este sábado uma viagem no tempo com a realização de uma Feira Medieval que contou com cerca de uma centena de figurantes que retrataram figuras e momentos da Idade Média. Na Praça da República estiveram os mercadores, o povo e saltimbancos numa feira medieval que juntou ainda o clero e a nobreza.

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Organizada e promovida pelo Agrupamento de Escolas de Sardoal, com o apoio do Município e de diversas entidades concelhias, a iniciativa teve como epicentro a Praça da República que acolheu durante toda a manhã um programa de animação com danças da época, música e jogos tradicionais, para além da venda de artesanato, produtos locais e de uma mostra de artes e ofícios.

Em declarações ao mediotejo.net, a diretora do Agrupamento de Escolas de Sardoal disse que o evento, que já não acontecia em Sardoal desde 2008, foi “um sucesso”, tendo contado com cerca de uma centena de alunos, pais e professores, entre outros, trajados a rigor, representando o povo, a nobreza, o clero e os mercadores.

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O Sardoal fez este sábado uma viagem no tempo com a realização de uma Feira Medieval. Foto: Maria João Newton

“O projeto foi dinamizado por alunos de três turmas do 7º ano, no âmbito do projeto de autonomia e flexibilidade curricular, e contou com a envolvência e apoio de todo o Agrupamento, da autarquia, do GETAS, da filarmónica, associação de pais e produtores locais, entre muitos outros. Foi um sucesso e para o ano é para continuar, e para tentar dar outra dimensão, talvez alargando a um dia inteiro”, disse Ana Paula Sardinha.

Centro histórico regressou aos tempos medievais com recriação histórica. Foto: Maria João Newton

O mercado medieval decorreu dentro do contexto do que os alunos estudam, tendo a diretora do agrupamento destacado as mais valias em termos de “apropriação do currículos” por parte dos alunos de forma diferenciadora, para além de terem de “organizar” o evento num “espírito de entreajuda”.

 

*Fotos: Maria João Newton

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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