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Sardoal | PS quer saber quais as prioridades para o concelho incluídas no PRR

O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) foi tema na última reunião de executivo de Sardoal. O vereador do PS, Carlos Duarte, quis saber quais foram os contributos, ou seja, as prioridades do concelho de Sardoal incluídas no Plano, nomeadamente no âmbito da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. O presidente da autarquia, Miguel Borges (PSD) assegurou que as prioridades para o concelho de Sardoal estão “explanadas” no PRR.

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O socialista Carlos Duarte quis saber se a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo fez algum pedido quanto ao Município de Sardoal no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência e na última reunião de executivo questionou sobre as obras ou prioridades para Sardoal que deveriam estar incluídas no PRR, ou seja, na estratégia que o Governo desenhou para o País.

Falou da Resiliência por “estar mais centrada nas pessoas e no desenvolvimento do território” lembrando que “integra componentes como a saúde, habitação, infraestruturas ou qualificações e competências”.

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Recorda-se que o PRR esteve em consulta pública até ao dia 1 de março e vários autarcas apontaram-lhe falhas, indicando que obras estruturantes, nomeadamente na região do Médio Tejo, ficaram fora do Plano. A falta de grandes investimentos para o interior é uma das críticas mais apontadas pelos autarcas ao PRR.

Carlos Duarte deu conta da “sintonia” existente entre o PS de Sardoal e o PS de Santarém no que concerne a uma “estratégia de territorialização e coesão territorial” e que “os municípios e as comunidades intermunicipais sejam parceiros na sua execução” disse.

Relativamente a Sardoal, Carlos Duarte aponta a eficiência energética, as creches, a criação de novas unidades de cuidados continuados e saúde mental “tema que por vezes nos escapa mas que nesta fase da pandemia é muito importante” considerou.

No entendimento dos vereadores do PS, o PRR “constitui uma oportunidade única para promover uma intervenção verdadeira e estruturante na região […] para resolver um vasto conjunto de problemas que têm limitado o nosso desenvolvimento enquanto região”.

Em resposta, o presidente Miguel Borges (PSD) deu conta da existência de um trabalho conjunto, dos 13 municípios que compõem a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.

“Aquilo que são os nossos objetivos já estão explanados neste documento” afirmou Miguel Borges indicando a eficiência energética ou o Jardim de Infância.

Sobre os cuidados continuados, Miguel Borges explicou não poder ser analisada individualmente pelos municípios “porque obriga a um mapeamento. Temos respostas na nossa região, por isso a nossa análise foi feita em termos regionais, territoriais. Aquilo que achamos muito importante para o nosso Município está explanado no documento”, vincou, referindo-se por exemplo à eficiência energética para os prédios da Tapada da Torre e da Plano Estratégico Local para a Habitação que em Sardoal está em fase de conclusão e será apresentado em Assembleia Municipal.

Miguel Borges considera o PRR “um bom plano” falhando apenas “um pormenor que seria importante” para o Município de Sardoal “e para todo o País” que se prende com a Cultura.

O presidente referiu ainda a questão da descarbonização para manifestar duas preocupações às quais disse não poder ficar indiferente; a Central Termoelétrica do Pego no concelho vizinho de Abrantes e o rio Tejo. “Questões macro que estão no documento da CIMT”, notou.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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