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Quarta-feira, Junho 23, 2021

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Sardoal | Projeto ‘Miúdos Digitais’ entrega 24 computadores às crianças do pré-escolar

Foram entregues esta sexta-feira 24 tablets aos alunos do pré-escolar do Agrupamento de Escola de Sardoal no âmbito do projeto ‘Miúdos Digitais’ do PEDIME – Plano Estratégico de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação no Médio Tejo.

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O projeto “Miúdos Digitais” no concelho de Sardoal ascende a 11 mil euros, dos quais 1.600 euros são assumidos pelo município.

Os alunos do pré-escolar do Agrupamento de Escola de Sardoal recebem estes 24 computadores no âmbito do PEDIME – Plano Estratégico de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação no Médio Tejo. Pedro Rosa, vereador da Câmara Municipal com o pelouro da Educação, já havia explicado em reunião de executivo, no mês de março, os objetivos do projeto ‘Miúdos Digitais’ para o Sardoal.

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Foto: CMS

A aquisição de computadores para o Jardim de Infância “é mais uma iniciativa do PEDIME em que pretende dotar as turmas do final do pré-escolar e os educadores de ferramentas inovadoras, mais atuais e com as quais os alunos se identificam”, explicou o vereador Pedro Rosa ao mediotejo.net à margem da reunião de Câmara.

Os 24 tablets apresentam “aplicações pensadas para crianças do pré-escolar, que permitam de forma lúdica introduzir as bases para que ocorra no primeiro ciclo uma aquisição mais fácil dos conteúdos curriculares. Os programas foram desenvolvidos a pensar nos nossos alunos”, frisou.

Este conjunto de tablets estarão em permanência no Jardim de Infância de Sardoal mas depois, “na fase de planificação do trabalho, alguns destes equipamentos vão para o Jardim de Infância da Presa, onde temos alunos. Um trabalho que deixamos ao cuidado do Agrupamento de Escolas para fazer a gestão, nós apenas faremos o acompanhamento”, deu conta o vereador Pedro Rosa.

O PEDIME – Plano Estratégico de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação no Médio Tejo, da CIMT, “tem como objetivo o combate ao abandono escolar precoce e a promoção do sucesso educativo e tem duas componentes; uma de execução municipal e outra de execução intermunicipal. Vai da análise e da planificação até ações mais concretas com projetos que são colocados no terreno para promover o sucesso educativo”, explicou o vereador. Este plano aplica-se desde o pré-escolar até ao final do ensino secundário.

Foto: CMS

No âmbito do PEDIME, no Município de Sardoal, conta-se o projeto municipal em execução ‘Educação pela Arte’, ao qual Sardoal se candidatou na primeira fase do plano, encontrando-se a segunda fase em programação, com a continuidade de alguns projetos.

“Pretende colocar as artes de palco ao serviço do sucesso educativo, numa tentativa de encontrar estratégias diferentes e que permitam que os alunos ganhem outros estímulos para poderem ter outra visão da escola e sentirem-se motivados para as práticas letivas”, observou o vereador social democrata.

Este projeto pretende ser “interdisciplinar, embora o foco seja a educação pela arte e no caso concreto o teatro e a dança é oportunidade para serem estudadas outras matérias como a leitura, a escrita e porque não a matemática ou as ciências”, acrescentou.

A nível intermunicipal “são vários desde o grupo de trabalho das bibliotecas municipais que tem um conjunto de de atividades que coloca ao serviço da promoção do sucesso, como é o caso das peças de teatro ligadas às leituras de referência do Plano Nacional de Leitura, à apresentação de autores e escritores portugueses, à aquisição de fundo documental para dar resposta a estas leituras obrigatórias mas também o caso do programa de promoção da acuidade visual e auditiva, que já está no terreno há algum tempo” exemplifica.

Foto: CMS

Dando conta da “novidade” refere ainda o projeto ‘Experimenta Mais Ciência’ que “irá materializar-se no reapetrechamento dos nossos laboratórios de ciências e da criação de um laboratório de ciências para o primeiro ciclo. Estamos na fase de receção dos materiais e esperamos que seja uma realidade no próximo ano letivo com a expectativa de trabalharmos na escola nova”, concluiu.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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