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Sexta-feira, Setembro 24, 2021

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Sardoal | Presépios decoram capelas e igrejas do concelho até 5 de janeiro (c/fotos)

As capelas e igrejas do concelho de Sardoal estão adornadas nesta quadra festiva com presépios elaborados pelos sardoalenses. Os templos estão abertos ao público até dia 5 de janeiro, entre as 14:00 e as 17:00, sendo que na vila podem ser visitados todos os dias e nas várias localidades do concelho apenas aos fins de semana.

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Miguel Borges, presidente da autarquia, destacou ao mediotejo.net o trabalho das associações, populares, associações e das fábricas da Igreja das várias localidades envolvidas, numa iniciativa que decorre pelo 3º ano consecutivo, à imagem do que sucede por ocasião da Semana Santa, em que as capelas e as igrejas são adornadas com tapetes à base de pétalas de flores.

“É um motivo acrescido para uma visita ao Sardoal e ao nosso património religioso, sendo que a envolvência da população e a nossa oferta a este nível do turismo religioso é diferenciadora na região e no país”, notou o autarca.

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Os presépios que podem que podem ser visitadas todos os dias estão instalados nas capelas do Espírito Santo, Casa Grande (Nossa Senhora do Carmo), Santa Catarina, Cá da Terra (Sant’Ana), e Santa Maria da Caridade.

Aos fins de semana é possível visitar os presépios instalados em Entrevinhas, Panascos, Vale das Onegas, Presa, Mivaqueiro, São Simão, Andreus, Santiago de Montalegre e Cabeça das Mós.

A abertura oficial contou com a presença de autarcas, de vários convidados e ainda de D. Antonino Dias, Bispo da Diocese de Portalegre e Castelo Branco, que esteve acompanhado pelo Padre Carlos Almeida, da Paróquia de Sardoal e Valhascos, ao que se seguiu a inauguração da exposição “Presépios do Mundo – O Imaginário Sul-Americano”, no Centro Cultural Gil Vicente.

Fotos: Paulo Jorge de Sousa

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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