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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Sardoal | Pedro Rosa assume liderança da concelhia do PSD

Pedro Rosa, 41 anos, é o novo Presidente da Comissão Política da Secção (CPS) do PSD de Sardoal, eleito no passado dia 4 de novembro para um mandato de dois anos. Pedro Rosa assume o cargo desempenhado por Miguel Borges, atual presidente do município, nos últimos três mandatos.

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Em declarações ao mediotejo.net, Pedro Rosa disse que os objetivos para este mandato que agora assume passam por “continuar a manter unida a família PSD em torno deste projeto para o concelho do Sardoal, galvanizar os jovens e chamá-los para a discussão e partilha de ideias, não descurando as bases do partido”.

O novo presidente da CPS do PSD de Sardoal, com um historial associativo ligado à Associação/Comissão de Festas de Santiago de Montalegre, da qual foi dirigente fundador, à Cooperativa Agrícola Mista daquela freguesia e à Associação de Pais, entre outros, foi ainda dirigente do Sindicato Independente dos Professores, e definiu o trabalho político como uma “função extremamente nobre” , cujo exercício assegurou querer “dignificar”.

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Pedro Rosa é militante do PSD desde 1995, tendo estado sempre ligado à Comissão Política da concelhia social democrata, desempenhando cargos políticos desde os 18 anos, com a sua eleição para 1º secretário da Assembleia de Freguesia de Santiago de Montalegre, depois como 2º secretário, tendo ainda desempenhado o cargo de presidente da Assembleia de Freguesia e depois de tesoureiro, até ser convidado para integrar o executivo liderado por Miguel Borges na Câmara Municipal de Sardoal.

Natural de Santiago de Montalegre, é licenciado em Ensino de Educação Visual e Tecnológica e exerce, desde 2013, funções de vereador a tempo inteiro no Município de Sardoal com os pelouros da Educação, Desporto, Juventude, Associativismo e Trânsito.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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