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Sexta-feira, Maio 14, 2021

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Sardoal | Para revitalizar a floresta Município quer pertencer à ITI do Pinhal Interior Sul (C/ÁUDIO)

A defesa da floresta foi tema na última sessão de Assembleia Municipal de Sardoal. A deputada municipal do PSD, Dora Santos, pediu esclarecimentos sobre as diligências que a Câmara está a tomar na prevenção contra os incêndios florestais uma vez que a a época propícia aos fogos florestais aproxima-se. Miguel Borges deu conta que o Município quer pertencer à ITI do Pinhal Interior Sul e lembrou que Sardoal “tem um histórico em relação à defesa da floresta comprovado com boas práticas”.

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Na última sessão de Assembleia Municipal de Sardoal, Miguel Borges (PSD) lembrou que a propósito da floresta “tivemos quase um conselho de ministros no nosso território” querendo mostrar “um conjunto de boas práticas executadas no nosso concelho pela Câmara Municipal, pelos proprietários e pelo próprio Governo”, explicou o presidente da Câmara, falando em “concertação para que as coisas corram bem”.

O autarca garante que o trabalho “de manutenção” avança no terreno realizado pela equipa municipal de sapadores florestais bem como pela equipa de sapadores florestais da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, tendo contabilizado atualmente na CIMT “duas brigadas de sapadores florestais” num total de 30 elementos que “há pouco tempo estiveram em limpezas de manutenção” na freguesia de Santiago de Montalegre.

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Além disso, a Câmara avança para “uma contratação de serviços para recuperarmos a rede viária florestal”, disse, indicando que há cerca de duas semanas reuniu com a Guarda Nacional Republicana, com a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais e com a Autoridade Nacional de Proteção Civil, com o coordenador do Gabinete Florestal e do Gabinete de Proteção Civil, para planear as ações para o época de maior perigosidade.

Miguel Borges revelou que três das quatro freguesias do concelho de Sardoal – com exceção de Valhascos – foram classificadas de elevada perigosidade.

O autarca falou ainda no nascimento de novas organizações com o objetivo de conseguir uma floresta sustentável, resiliente e um território atrativo também em termos florestais.

“No âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) há possibilidade dos municípios se agregarem e constituírem uma ITI (Investimentos Territoriais Integrados), numa integração na estratégia de revitalização, áreas de intervenção territorial para diferentes matérias”, notou. Neste momento surge uma ITI com os municípios do Pinhal Interior da qual Sardoal “ficou de fora” mas que quer integrar no futuro.

Sem agregação, Sardoal fica sem “possibilidade de acesso aos dos fundos comunitários que aí vêm de forte apoio para a floresta”, explicou. Por isso, a Câmara avançou com o pedido via Comunidade Intermunicipal de agregação à ITI do Pinhal Interior Sul.

Apesar do trabalho municipal, Miguel Borges lembra que o concelho conta “com a responsabilidade dos proprietários” recordando que à volta das casas isoladas “há 50 metros para fazer a gestão de combustível”.

ÁUDIO: MIGUEL BORGES, PRESIDENTE CM SARDOAL:

Outra novidade, que pode surgir no âmbito da limpeza dos terrenos, passa por “haver um financiamento, pagamento, àqueles proprietários que vão ficar sem a sua propriedade, que é entregue ao domínio público. Parece que é desta vez que as coisas vão acontecer!”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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