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Sexta-feira, Setembro 24, 2021

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Sardoal | Olavo Bilac, D’Alva e Dora Maria animam festas do concelho

Não há verão que escape a um belo arraial popular que, por norma, tem sardinhas, frango assado e chanfana, se estivermos por terras de Sardoal. O concelho passa o verão em festa e encerra a estação mais quente do ano com chave de ouro, que é como quem diz, com as Festas do Concelho. A edição de 2019 tem Olavo Bilac, Dora Maria e D’Alva como cabeças de cartaz.

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A agenda dos meses de julho, agosto e setembro de Sardoal apresenta a temporada de festividades que não deixam morrer o espírito de arraial. A música e a animação de rua marcam presença, como não podia deixar de ser. Todas as festas oferecem um espaço à gastronomia e algumas festas ainda têm lugar reservado à venda de artesanato local.

Depois das festas em Andreus, Mivaqueiro, Vale das Onegas, Cabeça das Mós, e Entrevinhas, as Festas de Santa Clara decorrem nos dias 17 e 18 de agosto, na freguesia de Alcaravela, numa organização da Junta em parceria com o GDA Os Resineiros e com o Centro de Dia. No fim de semana seguinte a festa chega a Santiago de Montalegre (23, 24 e 25 de agosto) e a encerrar o mês, já com um pé em setembro, as Festas da Presa, organizadas pela Associação Recreativa da Presa, nos dias 30 de agosto e 1 de setembro.

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Setembro recebe as Festas de Valhascos de 6 a 8, as Festas das Vindimas nos dias 13 e 14 em Venda Nova, e a encerrar o verão as Festas do Concelho, nos dias 20, 21 e 22 de setembro, na vila de Sardoal, com D’Alva, Olavo Bilac e Dora Maria como cabeças de cartaz, na sexta, sábado e domingo respetivamente.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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