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Sardoal | Obra de beneficiação do SAR de Cabeça das Mós arranca este mês

A obra de beneficiação do Sistema de Drenagem de Águas Residuais (SAR) de Cabeça das Mós, Sardoal, no valor de mais de 800 mil euros e prazo de execução de um ano, arranca este mês. A garantia foi avançada pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Sardoal, Jorge Gaspar (PSD), em reunião de executivo.

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“A obra já foi consignada e a partir desse momento a lei determina que as obras iniciem, dentro de 30 dias, portanto ainda em dezembro as obras vão arrancar” disse Jorge Gaspar.

O procedimento foi aberto pela Tejo Ambiente – Empresa Intermunicipal de Ambiente do Médio Tejo, com um valor base de 821.678,61 euros. A empreitada tem um prazo de execução de 365 dias, e prevê a beneficiação do Sistema de Drenagem de Águas Residuais (SAR) de Cabeça das Mós. Trata-se de uma intervenção com financiamento em 85% do PO SEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, com uma componente nacional na ordem dos 123 mil euros.

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O projeto está ligado a uma candidatura que o Município apresentou ao PO SEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, que ronda os dois milhões de euros para cinco intervenções a realizar no concelho. O caso da reformulação do sistema de adução à localidade de São Simão, da reformulação do sistema de adução à localidade de Valhascos, remodelação e beneficiação da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Panascos e remodelação e beneficiação da ETAR de Vale das Onegas.

A Tejo Ambiente avançou com os procedimentos considerados prioritários nos seis concelhos que integram este empresa intermunicipal e “os restantes aguardam para uma segunda fase”, já havia explicado ao mediotejo.net o presidente da Câmara Municipal de Sardoal, Miguel Borges (PSD).

A empreitada de beneficiação do Sistema de Drenagem de Águas Residuais contempla a “construção de um coletor de esgotos e de uma conduta elevatória a ser colocada na zona norte” da aldeia, deu conta ainda o presidente.

Isto porque Cabeça das Mós tem duas ETAR e o Município pretende anular uma delas e construir uma nova “com mais capacidades, e depois o sistema vai bombear de uma zona de Cabeça das Mós para a nova ETAR. O que queremos é encerrar a zona norte de Cabeça das Mós com o esgoto e fica praticamente toda a aldeia beneficiada”, destacou.

Miguel Borges nota que a candidatura foi proposta pela “nova empresa intermunicipal de gestão de água em baixa, integrada por seis municípios do Médio Tejo”.

O presidente falou num investimento de mais de 20 milhões de euros nos seis municípios, dando relevo às candidaturas a fundos europeus, tendo em conta os elevados valores.

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Paula Mourato
A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

1 COMENTÁRIO

  1. Bom dia. Será que este investimento já se encontra incluido nos investimentos totais da tejo ambiente para as próximas décadas? É que há um reparo a fazer: A tejo ambiente propôe-se fazer um investimento de 33,8 milhões de euros, para a totalidade dos municipios, que constituem a tejo ambiente, só que este investimento será feito nas próximas décadas e mais importante: A tejo ambiente PREVÊ este investimento, não diz que será feito. Mais esclarecedor, são as verbas que que cada municipio terá direito, neste caso de sardoal serão 5,5 milhões de euros, de investimento para as próximas décadas, PREVISÕES.Concluindo não sendo previsões, mas certezas, é o que os municipes já pagam a mais, pelo serviço de abastecimento de água, desde junho de 2020, após a criação dessa famigerada empresa, que ninguém questiona como e porquê foi criada. Muito mais haveria a dissecar sobre este e outros assuntos de extrema importância para os municipes, os quais deveriam ser esclarecidos sobre as “artimanhas” politico-legais que são usadas, para interesses de quem, não sei, mas sei de quem fica prejudicado que é sempre o mesmo: o POVO. Só uma nota final, já repararam como são constituídos os órgãos socias da dita? Será legal os presidentes de câmara, exercerem o cargo na direção e na assembleia geral numa empresa INTERMUNICIPAL que eles próprios criaram? Não haverá um comflito de competências? Bem pelo menos eticamente não serà o mais recomendado, penso eu…Desculpem o tempo que vos ocupo, mas sendo um leitor deste jornal, julgo que tenho o direito de pelo menos exercer o meu direito civico, que é de estar atento ao que se vai passando neste burgo e contribuir para que comesse a haver mais massa critica, porque muitas vezes o que parece não é, mas infelizmente nesta politica o QUE PARECE É. sempre a considerá-los MÉDIO TEJO.

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