Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Sábado, Setembro 25, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Sardoal | O piano local volta a receber mãos e mestria de todo o mundo

Um piano, doze mãos. O primeiro é local, a proveniência e a mestria das segundas são mundiais. Eis o resumo da iniciativa “Sardoal ao Piano” que decorre no Centro Cultural Gil Vicente entre os dias 10 e 12 de dezembro. O evento volta a trazer ao concelho pianistas reconhecidos internacionalmente e reforça a parceria entre o município e a Academia Internacional de Música Aquiles Delle Vigne.

- Publicidade -

O piano do Centro Cultural Gil Vicente volta a receber as mãos e a mestria de pianistas reconhecidos internacionalmente a partir do próximo dia 10 na iniciativa “Sardoal ao piano”. O programa propõe dois concertos por dia, num total de seis, incluindo os dos vencedores da primeira edição do Encontro Internacional de Piano que teve lugar no concelho no passado mês de setembro.

A húngara Monika Ruth Vida (Prémio Sardoal Novo Talento 2016) e o português Diogo Simões (Prémio Sardoal Novo Talento 2016 – Melhor Participante Português) partilham o piano durante três dias com a norueguesa Marina Kan, a russa Evgenya Antonova, a coreana Yeon-Min Park e o italiano Ruben Micieli.

- Publicidade -

O piano local volta a receber mãos e mestria de todo o mundo, reservando para sábado as que chegam da Hungria (21h30) e da Noruega (22h15), para domingo as que partiram da Rússia (16h00) e da República da Coreia (16h45) e para segunda-feira as que viajaram pelas estradas nacionais (21h30) e as italianas (22h15).

O mote “grandes concertos por grandes pianistas” inspira um novo evento realizado no âmbito do protocolo assinado entre o município sardoalense e a Academia Internacional de Música Aquiles Delle Vigne no passado dia 26 de janeiro, data em que o Centro Cultural Gil Vicente recebeu os premiados do Coimbra World Piano Meeting.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome