Domingo, Fevereiro 28, 2021
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Sardoal | No Passeio Noturno do Lobisomem caminha-se às escuras e escutam-se lendas em noite de lua cheia

O IV Passeio Noturno do Lobisomem decorre este sábado, 7 de março, em Vale das Onegas, Alcaravela, Sardoal. Uma caminhada intergeracional, onde os mais velhos contam aos mais novos as lendas da região. Um momento de reunião e partilha que envolve no final café e filhoses em noite de lua cheia. Inscrições gratuitas e no local.

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A serra de Alcaravela é um local repleto mitos, lendas e histórias de lobisomens em noites de lua cheia. E foi a ideia de juntar gerações em torno das lendas antigas associadas a lobisomens que deu origem aos passeios noturnos organizados pela Associação de Moradores do Vale das Onegas, em Sardoal.

Este sábado, 7 de março, a partir das 20h00, com concentração na Associação, e durante pelos menos duas horas e meia, decorre, sem medos, o IV Passeio Noturno do Lobisomem, atividade realizada em noite de lua cheia e sempre durante a quaresma, onde os mais velhos contam as lendas que ouviram em tempos de invernosos serões passados à lareira.

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O evento vai assim na quarta edição, uma caminhada que integra o plano anual de atividades da associação contendo duas componentes, a social e a lúdica, num encontro em forma de caminhada.

Os mais velhos já não conseguem acompanhar o percurso de 8 a 9 quilómetros, embora de dificuldade fácil sem obstáculos, subidas ou descidas. Ficam na associação onde no final será servido café e filhoses, ao mesmo tempo que contam histórias de lobisomens e outros mitos.

Assim, a partir das 20h00 e até às 23h30, os caminhantes (de qualquer idade) trilham velhos caminhos antigamente usados para andar entre aldeias.

Para o passeio, com inscrições gratuitas que se podem fazer no local no próprio dia (ou noite), a organização recomenda roupa branca, calçado próprio para percorrer caminhos de mato e uma pequena lanterna ou colete refletor.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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