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Domingo, Setembro 26, 2021

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Sardoal | Município incentiva mercado de arrendamento reduzindo IMI em 20%

A partir de agora os proprietários que colocarem as suas casas no mercado de arrendamento em Sardoal terão a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) reduzida em 20%, retorno económico que será sentido já em 2021. A proposta foi aprovada por unanimidade na última reunião de Câmara Municipal de Sardoal, realizada no dia 18 de junho.

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A Câmara Municipal Sardoal aprovou reduzir em 20% o valor total do IMI para os prédios de habitação arrendados no concelho, numa estratégia de incentivo ao arrendamento.

O presidente da Câmara Municipal de Sardoal, Miguel Borges (PSD), em declarações aos jornalistas à margem da reunião de executivo, admitiu ser “uma dificuldade” arrendar casa no concelho de Sardoal. “Pretendemos incentivar o arrendamento. O mercado de venda de imobiliário existe mas de arrendamento é escasso” afirma dizendo que “as pessoas procuram casa para arrendar” em Sardoal.

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Assim, com este incentivo, Miguel Borges acredita que “o proprietário que tem o seu imóvel fechado, mas a pagar IMI” arrende contando com “uma redução de 20%”. As normas serão publicadas brevemente mas o presidente adianta que  os interessados “terão de dirigir-se ao Município com os documentos necessários para a instrução do processo e depois será analisado, enviado para as Finanças e no próximo ano, quando pagarem o IMI de 2020, será refletida essa redução de 20%”, explica.

“Felizmente as pessoas gostam de sentem-se bem em Sardoal e é um lugar que tem atratividade”, afirmou, reconhecendo a existência “de alguns mitos em relação ao arrendamento”.

Contudo, lembra que “a legislação mudou” e que o Município “já fez ações com o IHRU – Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, onde as pessoas perceberam que hoje o ‘medo’ de arrendarem as suas casas porque o arrendatário nunca mais sai de lá, já não é assim!”, afirmou, tendo realçado o retorno económico quer pela renda que recebem quer pela redução do custo fixo do IMI que passará a ter a redução aprovada pelo executivo.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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