Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Sábado, Outubro 23, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Sardoal | Motards em são convívio e arte de bem receber

Numa iniciativa do Clube de Motards “Os Últimos do Ribatejo”, de Sardoal, realizou-se no passado domingo, dia 26 de fevereiro, o II Encontro de Motorizadas e Motos Antigas, evento que levou cerca de seis dezenas de amantes das duas rodas a conhecerem diversos locais dos concelhos de Sardoal e Abrantes, numa jornada que uniu a camaradagem à arte de bem receber.

- Publicidade -

Superando a melhor das espectativas iniciais, ao II Encontro de Motorizadas e Motos Antigas disseram “presente” seis dezenas de motociclistas oriundos de diversos pontos do país que puderam, desse modo, conhecer (ou redescobrir) cantos e recantos que, de outra forma, seria mais difícil apreciar sem a ajuda de conhecedores locais.

- Publicidade -

O evento, organizado pelo Clube de Motards “Os Últimos do Ribatejo”, de Sardoal, levou pelo segundo ano consecutivo velhas relíquias de duas rodas às estradas desta região, tendo como pontos altos a visita à albufeira do Castelo do Bode, na zona de Fontes (Abrantes), onde a vista se perde nas belezas verdejantes e azuladas combinadas pelos pinhais de perder alcance, ao Rio Zêzere, que ali mostra todo o seu esplendor, e a uma subida aos míticos Moinhos de Entrevinhas (Sardoal). Por entre histórias e memórias de outros tempos houve tempo para mais um momento de convívio salutar, lazer e camaradagem entre os amantes das duas rodas.

A forte e inesperada adesão (tendo em conta os 19 participantes da primeira edição) deixou a organização satisfeita por ter conseguido cumprir a sua missão e os seus objectivos. Motards de Ferreira do Zêzere, Almeirim e até do Barreiro ficaram, deste modo, com vontade de regressar, quem sabe nos dias 20 e 21, em maio, quando o Clube organizar o seu VIII Encontro.

Ao mediotejo.net, Raúl Simões, eleito presidente da colectividade no pretérito dia 22 de janeiro, confessou a sua enorme satisfação revelando que, na hora das despedidas, considerava que o melhor elogio que ouvira dos convivas era “até maio”, reforçando a ideia de que “se voltam, é porque gostam de aqui estar” e que isso mostra a vitalidade da associação combinada com a arte de bem receber, algo que pretendem perpetuar nas suas organizações fazendo disso bandeira.

O dirigente fez ainda questão de salientar que “as coisas correm bem porque o grupo se une e trabalha em conjunto, funcionando como um todo”, não querendo ser montra para individualidades. Acrescenta que “para o bem e para o mal, o clube representa o concelho e, como tal, a vontade é sempre a de melhorar de evento para evento, dando a todos o mesmo empenho” transmitindo, dessa forma, uma boa imagem do Clube e do Sardoal.

Alguns dos elementos da direcção: Carlos Mendes, Raúl Simões, Luís Bento e Dina Cardoso. Foto: DR

Dina Cardoso, também dirigente de “Os Últimos do Ribatejo” sublinhou o facto deste tipo de iniciativas não ser fácil de organizar, obrigando a abdicar de outras actividades ou mesmo de relações familiares, mas que acaba por ser gratificante uma vez que vêm em crescendo as adesões de motards de todo o país às suas iniciativas, realçando também “os intercâmbios com outros Clubes, de todo o país”, como um dos vectores fundamentais para esse crescimento.

Em complemento ao passeio, os presentes foram brindados com uma suculenta e retemperadora “Sopa da Pedra”, confeccionada por sócios e colaboradores nas próprias instalações da associação, uma vez que são auto-suficientes para a realização de qualquer tipo de evento, fator que acaba por ser uma mais valia para todos, organização e participantes.

Além de um dia bem passado, os participantes deste II Encontro de Motorizadas e Motos Antigas levaram consigo um diploma de presença assim como um pequeno brinde como que a perpetuar a sua presença em Sardoal.

Fotos: José Belém  e Joaquim Francisco

A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome