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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Sardoal | Millennium BCP fechou e ainda não apresentou proposta de atendimento ao público

Quase um mês após o encerramento da sucursal do Millennium BCP em Sardoal, os cerca de 1400 clientes do concelho continuam sem ver firmado o serviço de proximidade sugerido pelo presidente da Câmara Municipal, Miguel Borges (PSD). O autarca ofereceu as instalações da Loja do Cidadão local e embora tenham decorrido alguns serviços de atendimento naquele balcão, depois de 15 de dezembro, a CM continua sem receber qualquer proposta do banco.

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“Têm realizado alguns atendimentos na Loja do Cidadão. Foi-lhes disponibilizado esse espaço e vêm cá de vez em quando”, explicou ao mediotejo.net Miguel Borges (PSD).

O presidente referiu ainda que “os administradores do BCP visitaram a Loja do Cidadão e transmitiram à sua coordenadora que iam apresentar uma proposta à Câmara para que se mantenha o serviço de atendimento ao público”. Contudo, até à data, apesar do banco ter manifestado intenção de deslocar um funcionário do Millennium BCP à Loja do Cidadão de Sardoal “duas vezes por mês”, o pedido formal para que tal serviço aconteça ainda não chegou à Câmara Municipal, deu conta o autarca.

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A delegação do Millennium BCP de Sardoal fechou as suas portas, no dia 15 de dezembro último, depois de ali ter funcionado e servido as populações durante cerca de 40 anos.

Na data do encerramento da sucursal, fonte oficial da entidade bancária referiu ao mediotejo.net que o BCP tem “feito ao longo dos últimos anos um esforço grande de otimização da sua rede de distribuição física, garantindo que as sucursais têm dimensão e rentabilidade suficiente para serem economicamente viáveis”.

A instituição bancária acrescentou que “as sucursais circundantes são reforçadas com meios humanos e técnicos que permitam gerir um expectável maior afluxo de clientes e de negócio”, não tendo, no entanto, respondido se será mantido algum serviço de proximidade e atendimento ao público, seja através do balcão da Loja do Cidadão de Sardoal ou postos móveis de atendimento, ou mesmo se está previsto o encerramento de outros balcões a nível distrital.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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