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Quarta-feira, Setembro 22, 2021

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Sardoal | Licor Quinto Império Nº1 conquista medalha de prata em Londres

O licor Quinto Império Nº1 conquistou uma medalha de prata no maior concurso internacional de vinhos e bebidas espirituosas do mundo, em Londres. A empresa do Sardoal recebeu uma classificação de 92 pontos para o seu licor, feito a partir de uma receita com 500 anos.

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O licor começou a ser produzido no Sardoal, há pouco mais de 12 meses, e começa a ganhar volume de vendas. Este concurso “International Wine and Spirit Competition 2019” juntou mais de 9 mil produtos de todos os cantos do mundo.

Óscar de Sequeira Nazareth, o produtor, explicou que a participação no concurso foi uma questão de marketing, porque não é uma empresa forte ou com recursos financeiros.

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Segundo uma nota da empresa, o Quinto Império Nº1 foi considerado “uma bebida espirituosa bem equilibrada, de caráter forte e boa complexidade”.

Chama-se Quinto Império Nº1, e é um licor feito a partir de uma receita quinhentista com recurso a especiarias e açúcar do Brasil originária da zona de Oliveira do Hospital e que está em Goa, na família do Óscar há muitos anos, onde tem passado pais para filhos até chegar agora à produção e à conquista de uma medalha internacional.

O Quinto Império Nº1 tem a produção no Sardoal e está a ser comercializado na loja de produtos locais do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, e na Drogaria Nova, em Abrantes, podendo igualmente ser adquirido em algumas feiras e eventos.

A empresa produtora tem tido os apoios da Câmara de Sardoal e da Tagus, segundo a explicação do produtor, Óscar de Sequeira Nazareth, sem recurso a financiamentos externos.

O Licor Quinto Império Nº1 é baseado numa receita que remonta ao auge do Império Português. Utilizava originalmente açúcar do Brasil, especiarias da Índia, Ceilão e Ilhas Molucas, bem como aguardente vínica da Beira.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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