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Sábado, Junho 19, 2021

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Sardoal | Já há projeto para estabilização de talude à entrada da vila

As obras para a estabilização de um talude na entrada sul da vila de Sardoal, que desmoronou parcialmente há cerca de um ano, demoram a arrancar e na última reunião de Câmara Municipal o presidente da autarquia deu algumas informações tendo avançado que o projeto de execução está concluído.

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O Município de Sardoal deu conta, através do presidente da Câmara, Miguel Borges (PSD) que “o projeto de execução” para a estabilização de um talude na entrada sul da vila de Sardoal “encontra-se concluído”.

Na última reunião de Câmara Municipal, na quarta-feira, 21 de outubro, o autarca deu conta que a autarquia “está a estabelecer contactos com os proprietários no sentido de se obter autorização para a intervenção no referido talude”. Posteriormente “será lançado concurso para a execução da obra” referiu.

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“Não sendo indiferente ao transtorno que a situação está a causar em todos nós o Município está a providenciar todos os esforços para que o processo decorra com a maior brevidade possível”, acrescentou Miguel Borges.

Entrada sul da vila de Sardoal. Créditos: CMS

O presidente disse “não ser um processo fácil” mas admitiu ser “legitimo” que os sardoalenses se interroguem sobre a não execução dos trabalhos quase 11 meses depois, garantindo que tal “não foi por falta de proatividade do Município” mas “este processo teve fases muito complicadas”. Designadamente “encontrar uma empresa especializada que fizesse o diagnóstico e o projeto, perceber qual a área de intervenção, verificámos que são sete prédios com heranças, vários proprietários, e é esse processo que estamos a fazer”.

Miguel Borges concluiu dizendo que a Câmara “está a evitar entrar num processo, também demorado, de expropriação, desagradável para todos e sem ganhar muito tempo com isso”.

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A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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