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Domingo, Dezembro 5, 2021
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Sardoal | “Florestas para o Futuro” em exposição no Centro Cultural Gil Vicente

O Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, acolhe entre 22 de fevereiro e 22 de março, a mostra “Florestas para o Futuro”, que abrange as temáticas: Incêndio Florestais, Alterações Climáticas e Sustentabilidade.

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A exposição, que decorrerá em simultâneo nos 13 concelhos que integram a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), é composta por 20 painéis que pretendem homenagear as vítimas dos incêndios de 2017, e pretende ainda dar voz às preocupações quotidianas das comunidades, sistematizar e disponibilizar a informação publicada na imprensa sobre a problemática dos incêndios, e contribuir para o intercâmbio dessa informação e para a construção de conhecimento sobre o assunto.

Deste modo, está prevista para o dia 22 de fevereiro a abertura simultânea da exposição “Florestas do Futuro”, que decorrerá em simultâneo nas 13 bibliotecas municipais da região do Médio Tejo. Os municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila Nova da Barquinha e Vila de Rei, com o envolvimento do Grupo de Trabalho das Bibliotecas Municipais do Médio Tejo, justificam-na com o argumento de que este é “um assunto que nos diz respeito a todos”: – mesmo que não tenhamos terrenos para limpar! – mesmo que vivamos em meio urbano e longe dos fogos florestais!

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É ainda objetivo desta mostra fomentar uma reflexão abrangente sobre o tema dos incêndios florestais e contribuir para a formação da consciência crítica dos cidadãos e das comunidades, sensibilizando as populações para a necessidade de assumirem a prevenção como tarefa de todos e contribuírem para a persecução dos 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas.

Esta iniciativa é promovida pela CIMT, através do Grupo de Trabalho das Bibliotecas, que o Município de Sardoal integra, e cofinanciada pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos 2014/2020.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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